<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489</id><updated>2012-01-27T19:06:17.573-08:00</updated><title type='text'>Templo da Dança</title><subtitle type='html'>A sagrada arte da dança iniciática...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-4541616694571504453</id><published>2009-11-06T08:38:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T07:26:36.511-08:00</updated><title type='text'>Os elementos da Dança Cigana</title><content type='html'>Por Sumaya Sarran&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos de elementos, é isso mesmo que representam o que usamos ao dançar, o leque, lenço, castanholas, pandeiro, entre outros; cada um deles tem um significado e uso especial, complementam e objetivam as mensagens que queremos passar, seu uso ou não nas danças ciganas dependem dos costumes do grupo ou das famílias, os lugares pelos quais passaram e quanto tempo ficaram, as afinidades e as origens ancestrais.&lt;br /&gt;A dança como forma de oração por si só, se basta. É importante dizer que como trabalhamos o tempo todo com as energias da natureza e a nossa própria, devemos respeitar seus significados e ter responsabilidade com que o que pedimos e queremos representar, pois a dança cigana é um ritual, assim seus pedidos podem ser atendidos, e que assim seja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Cigana com Leque&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leque passeia há séculos nas mãos das mulheres, mas seu uso prático pouco tem a ver com os aspectos valorizados pela cigana ao dançar. Da maneira que se abre pode representar as fases da lua e da mulher, seus reais desejos ou apenas o que quiser demonstar; é um poderoso instrumento de limpeza energética, magia para a cura e sedução. Sendo assim, está constantemente nas mãos espertas de uma cigana, atraindo a atenção para seu mistério e poder. O leque é mais característico nas danças kalóns, mas pelo seu encanto as mulheres que gostam, usam-no sempre que podem na sua dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Cigana com Pandeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pandeiro traz a alegria do sol, saudando-o com inúmeras fitas coloridas, representando seus raios protetores e vivos. Como todo instrumento que faz barulho, ele tem como função expulsar os maus espíritos ou energias negativas, abrindo caminho para o povo festejar. Sua mensagem é mover, tranformar o que está parado em ritmo, revigorar o nosso corpo com a alegria e o calor da dança, assim como o sol faz conosco. O uso das fitas, pode ter nascido como um calendário para marcar eventos importantes e a idade; para saudar a chegada da primavera; para representar através das cores das fitas pedidos ou bençãos. É mais utilizado nas danças do grupo Rom, acompanhando violinos e outras percussões, é preciso habilidade e conhecimento dos ritmos utilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Cigana com Lenço&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lenço é encantador seguro delicadamente nos dedos da cigana, envolvendo-a de mistério e aos poucos revelando sua beleza e poder. Ao dançar com o lenço, seus desejos, sentimentos e sonhos são movidos pelo deslizar do lenço pelo ar, no transe da música, livre como o vento e infinito como o céu. O lenço também transforma e limpa o ambiente, pode representar pedidos ou coisas da vida que queremos mudar ao dançar. É uma das danças ciganas femininas mais belas, por isso pode ser encontrada de várias formas nas danças de todos os grupos ciganos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Cigana com Fitas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dançar com fitas é quase uma brincadeira de criança, alegra qualquer tipo de ambiente, festeja os nascimentos e casamentos, os movimentos das fitas rodopiantes manifestam o ritmo da vida e a alegria de fazer parte dela. As Fitas são mais utilizadas nos ritmos rons, porém conforme o que se quer passar a dança se adequa a qualquer ritmo alegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://signogitana.blogspot.com/2008_07_01_archive.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-4541616694571504453?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/4541616694571504453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/os-elementos-da-danca-cigana.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/4541616694571504453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/4541616694571504453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/os-elementos-da-danca-cigana.html' title='Os elementos da Dança Cigana'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-3407461970738636113</id><published>2009-11-06T08:21:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T08:49:04.706-08:00</updated><title type='text'>A Arte da Dança Cigana</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvRQBRyT4VI/AAAAAAAAAgE/T6F1qA6HVK4/s1600-h/2729060293_d47f90c8f1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvRQBRyT4VI/AAAAAAAAAgE/T6F1qA6HVK4/s320/2729060293_d47f90c8f1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401029836008579410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Sumaya Sarran&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A postura imponente dos ciganos ao dançar mostra como eles enfrentam a vida e orgulham-se do que são. &lt;br /&gt;A cigana tem um lugar especial na dança, em muitas tribos ela garante o sustento dos seus com a sua arte, elas atraem a boa sorte para o grupo e a família...Com a cabeça levantada demonstra o poder de sua raça, o bater dos pés na terra clama a força desse elemento para bailar, as mãos para o alto pedem licença para exaltar a natureza, com a força feminina entrega-se ao ritual da dança e banha de beleza e mistério o espetáculo cigano. O barulho das moedas e pedras também tocam música no ritmo do rodopiar da cigana, as palmas e ralhos a envolvem e alimentam sua arte, que em forma de oração saúda os presentes na comunhão do sagrado e da alegria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cigano com seu ritmo forte e elegante atrai a atenção do grupo, é dele a responsabilidade da proteção, das aberturas dos caminhos de seu povo por estradas desconhecidas; no sapateado a busca da força e coragem; as mãos ao céu agradecem e recebem um sol de esperança; a força masculina se mostra e também reverencia a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos passos da vida, encontramos a Dança Cigana, envolvente e transformadora como o fogo; um coração pulsante no ritmo do vento; sábia e reveladora como o ar, de braços abertos buscando envolver um mundo inteiro; forte e poderosa como a terra; cristalina e mutável como a água, sem medo de demonstrar o amor à família, a eterna tristeza de tantas dores desnecessárias, o encantador sorriso da crença de um amanhã melhor, o brilho de lágrimas nos olhos profundos; um rito sagrado saudando a natureza que nos deu a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, nos contagiantes volteios dança-se aos pares, no ritmo do amor cigano troca-se forças, experiências, existências, finalmente completos na comunhão da vida. As crianças, continuação de nossos sonhos, e os velhos, detentores da sabedoria, tem lugar na roda e com o mesmo respeito são apreciados por tudo que são e serão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos palmear e nos entregar ao bailar gitano de nossos corações, no ritmo que a vida pedir vamos juntar as mãos e deixar que o som guie nosso corpo por novos caminhos; no ritmo sagrado da Dança Cigana fazer da liberdade de sonhar e realizar uma oração, uma dança única onde nos revitalizamos e descobrimos nossas forças e talentos para seguir sempre em frente, como fizeram e fazem os ciganos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://signogitana.blogspot.com/2008/04/arte-da-dana-cigana.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-3407461970738636113?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/3407461970738636113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/arte-da-danca-cigana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/3407461970738636113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/3407461970738636113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/arte-da-danca-cigana.html' title='A Arte da Dança Cigana'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvRQBRyT4VI/AAAAAAAAAgE/T6F1qA6HVK4/s72-c/2729060293_d47f90c8f1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-2782042394765269883</id><published>2009-11-06T07:03:00.000-08:00</published><updated>2011-06-16T15:28:27.556-07:00</updated><title type='text'>A Dança Cigana</title><content type='html'>Formada por vários ritmos e elementos diferentes, cada qual com seu significado, num composto de leveza, alegria e sentimentos. Na dança cigana seus movimentos podem expressar sensualidade, amor, raiva, alegria, ou tristeza com a graça de uma dança bonita, atrativa e muito exótica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma dança que se manifesta de forma livre e espontânea, baseada no sentimento, com o objetivo de envolver o coração e a alma de todos os participantes. É uma dança onde todos os podemos notar como a natureza é reverenciada, afim de trazer energia e fortalecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ciganos adoram dançar. A dança nasce com eles no momento em que abrem os olhos para enfrentar a dura vida de cigano. Desde criança os ciganos ouvem e dançam as seguidillas, a rumba, as alegrias e o flamenco - ritmos e sons tradicionais - produzidos pelas guitarras, violinos, violões, acordeões, címbalos, castanholas, pandeiros, palmas das mãos e batidas dos pés, que aprendem desde cedo com parentes e amigos nas festas da kumpania (acampamento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existem ciganos profissionalizados através da dança cigana e sim aqueles que fazem apresentações apenas para divulgar esse lado tão belo e cheio de magia dessa tradição que a todos fascina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança cigana não é portanto, encarada como um ofício pelos ciganos. Montagens de balé e de óperas (como Carmen, de Bizet) são representadas por profissionais de balé não-ciganos (gadjes). Ciganos não freqüentam academias nem aulas de dança, pois quando dançam, o fazem com a alma, o coração e os movimentos naturais do corpo, sem nenhuma coreografia pré-concebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz Niffer Cortez (uma das poucas dançarinas ciganas) "Marcar uma coreografia, para o cigano, é prende-lo; é não dar liberdade para os seus movimentos". Por outro lado, a Bibi Esmeralda (chefe do Grupo Kalemaskê Romae, de Pirituba/SP), é uma Puri (avó) de 65 anos e dança como uma jovem de vinte. Se a colocassem dentro de uma coreografia, com certeza, cortariam grande parte da emoção espontânea e do inestimável encanto que ela nos transmite quando dança com toda a sua desenvoltura, arte e beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, a dança é a melhor forma de expressão da cultura e magia desse povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Música&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura dos ciganos é tida como uma cultura de estranhos e geralmente imagina-se um povo alegre e feliz, mas a música que tocavam entre si era muito trágica, triste e vingativa, pois sua vida real só era manifestada entre eles. Para o mundo de fora, só cantavam músicas alegres, que é o que se esperava realmente. Tinham uma vida difícil e tentavam ganhar dinheiro de todos os modos. Assim, aproveitavam as apresentações de música e de dança por todos os lugares que passavam, levando seus ritmos e músicas que mesclavam-se com os da cultura local. Desta forma, foram trazidos ritmos indianos mesclados com melodias islâmicas para a Andaluzia. Pode-se ouvir a nítida influência árabe na música flamenca, e também na dança, os movimentos de quadril e expressão de fortes sentimentos e emoções, são de natureza árabe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Dança e a Espiritualidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada movimento conta a história dos ciganos e possuem sempre um significado místico e espiritual. Os ciganos acreditam que espíritos e entidades os acompanham no dia a dia. Um artista tem que esperar que um ente se aposse dele e inspire-o para que seja capaz de fazer a arte verdadeira. Este sentimento profundo criou o "canto jondo" na Andaluzia, um canto de tristeza profunda, que se contrasta com o "canto flamenco". O estilo de dança flamenca, com seus movimentos característicos de braços e de tronco, tem uma certa similaridade com a dança clássica persa, como também com a dança moderna da Ásia Central, Enquanto que na dança moderna árabe, os movimentos são centrados na região do ventre e os braços se mantém na altura dos ombros. Na dança flamenca e persa, os movimentos são centrados na região do tórax e é usado o máximo de espaço acima da cabeça para executar os graciosos movimentos de braços e mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elementos da Dança Cigana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada elemento tem seu significado mágico e cultural, e compõe danças ricas em simbolismos, como por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança do leque:&lt;/strong&gt; dança do elemento ar que representa o amor, a sensualidade e a limpeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança do xale:&lt;/strong&gt; representa o mistério e a magia do elemento fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança da rosa:&lt;/strong&gt; Elemento terra. Representa o amor, a beleza, a conquista e a sensualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança das fitas coloridas:&lt;/strong&gt; Elemento água representa as lágrimas de alegria e tristeza derrubadas pelo povo Cigano. No lamento, também há comemoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança do véu:&lt;/strong&gt; representa o elemento ar e expressa a leveza do corpo e a sensualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança das tochas:&lt;/strong&gt; Mostra a fúria e o poder do fogo através das tochas acesas que reverenciam este elemento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança do pandeiro:&lt;/strong&gt; Dança dos quatro elementos, denota a alegria e sugere uma festa. Serve também para purificar o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança dos sete véus:&lt;/strong&gt; Para os ciganos essa dança representa uma despedida de solteiro. E os véus coloridos representam as sete cores do arco-íris e simbolizam o amor e a sensualidade. As cores dos véus representam os quatro elementos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança do punhal:&lt;/strong&gt; Elementos ar e terra. Significa lutas, disputas, fúria e pode simbolizar a limpeza do ambiente e do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança dos quatro elementos:&lt;/strong&gt; Feita com representações dos quatro elementos como: Vela, incenso, jarro d'água e sal. Significa magia e limpeza do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são algumas das representações da Dança Cigana ,porem pode ser realizada livremente, manifestando assim, a criatividade e intuição de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beneficíos da Dança Cigana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Desenvolve ao dançarino a coordenação motora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Alonga e fortalece os músculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Desperta a sensualidade e a feminilidade na dançarina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Também evita o estresse, e aumenta a auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.salves.com.br/gypdanc.htm&lt;br /&gt;http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_286271.shtml&lt;br /&gt;http://www.salves.com.br/gyphist.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-2782042394765269883?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/2782042394765269883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/danca-cigana.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/2782042394765269883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/2782042394765269883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/danca-cigana.html' title='A Dança Cigana'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-7996018154805271050</id><published>2009-11-06T05:20:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T06:17:55.192-08:00</updated><title type='text'>A Cultura Cigana</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvQwBlm3bVI/AAAAAAAAAfk/9NKngkzuQ_A/s1600-h/007.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 188px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvQwBlm3bVI/AAAAAAAAAfk/9NKngkzuQ_A/s320/007.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400994656957197650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Povo Cigano é guardião da LIBERDADE. Seu grande lema é: "O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião", traduzindo um espírito essencialmente nômade e livre dos condicionamentos das pessoas normais geralmente cerceadas pelos sistemas aos quais estão subjugadas. A vida é uma grande estrada, a alma é uma pequena carroça e a Divindade é o Carroceiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Grupos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ciganos não gostam e não aceitam a palavra tribo para denominar seus grupos, pois não possuem chefes equivalentes aos caciques das tribos indígenas, nas mãos de quem está o poder. Os ciganos preferem e acham mais correto o termo clã para denominar seus grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de cada grupo cigano, chama-se Barô/Gagú e é quem preside a Kris Romanis (Conselho de Sentença ou grande tribunal do povo rom) com suas próprias leis e códigos de ética e justiça, onde são resolvidas todas as contendas e esclarecidas todas as dúvidas entre os ciganos liderados pelos mais velhos. O mestre de cura (ou xamã cigano) é um Kakú (homem ou mulher) que possui dons de grande para-normalidade. Eles usam ervas, chás e toques curativos. Os ciganos geralmente se reúnem em tribos para festejar os ritos de passagem: o Nascimento, a Morte, o Casamento e os Aniversários; e acreditam na Reencarnação. Estão sempre reunidos nos campos, nas praias, nas feiras e nas praças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Principais Grupos Ciganos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente existe uns 100 grupos ciganos, sendo os mais expressivos no presente os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;KALON -&lt;/strong&gt; Os componentes deste grupo fixaram residêcnia especialmente na Espanha e Portugal, onde sofreram severas perseguições, pois sendo estes países profundamente católicos e conservadores, não podiam admitir os costumes ciganos, tanto que foram proibidos de falar seu idioma, usar suas vestes típicas e realizar festas e cerimônias segundo suas tradições. O que os ciganos sofreram na Península Ibérica, lembra de certa maneira o que s negros sofreram em terras do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ataques da realeza ao grupo Kalon foram tão rigorosos, que ele foi obrigado a criar dialeto, mescla de seu próprio idioma com o português e o espanhol, em particular em Portugal, onde as proibições não foram verbais, mas determinadas por decreto do rei D.João V. Apesar de todos os sofrimentos o Clã Kalon sobrevive até os dias atuais, sendo um dos grupos que mais fielmente segue as tradições ciganas. Tem-se que os Kalons originaram-se do antigo Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MOLDÁVIO -&lt;/strong&gt; De pele mais clara e olhos azuis, este grupo originou-se em terras da Rússia, tendo de enfrentar os rigores do inverno russo em suas precárias carroças. Sob as pesadas roupas e capotes escuros mal reconhecemos sua origem cigana. A denominação moldávio vem da palavra Moldávia, república da Europa Central, que chegou a fazer parte do Império Russo e da antiga URSS. Há poucas diferenças entre o dialeto moldávio e o romeno; contudo, distinguem-se fortemente na escrita, uma vez que o moldávio adoou o alfabeto cirílico (Dicionário aurélio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HORARANÔ -&lt;/strong&gt; Surgiram em terras turcas e se destacaram em especial como grandes criadores de cavalos. Os integrantes deste grupo chegaram ao Brasil bem depois do grupo Kalon, somente no final do século XVIII. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;KARDERASH E MATCHUAYA -&lt;/strong&gt; Os ciganos do grupo karderash são originários da Romênia e da antiga Iuguslávia, o berço dos Matchuaya. Ambos os grupos chegaram ao Braisl no final do século XVIII. Os primeiro s ciganos a chegarem no Brasil eram do grupo Kalon e vieram de Portugal em meados do século XVII. Portugal, necessitando de mestres de forja no Brasil, enviou-os para cá para que fabricassem ferraduras, armamentos e ferramentas. Faziam também artesanalmente utensílios domésticos, alambiques para o fabrico da cachaça, famosos até hoje por serem extremamente bem feitos e resistentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Família&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família é a base da organização social dos ciganos, não havendo hierarquia rígida no interior dos grupos. O comando normalmente é exercido pelo homem mais capaz, uma vez que os ciganos respeitam acima de tudo a inteligência. Este homem é o Kaku e representa a tribo na Krisromani, uma espécie de tribunal cigano formado pelos membros mais respeitados de cada comunidade, com a função de punir quem transgride, a rígida ética cigana. A figura feminina tem sua importância e é comum haver lideranças femininas como as phury-day (matriarca) e as bibi (tias-conselheiras), lembrando que nenhum cigano deixa de consultar as avós, mães e tias para resolver problemas importantes por meio da leitura da sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Educação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças ciganas normalmente só freqüentam até o 1o. Grau nas escolas dos gadjés (não-ciganos), para aprenderem apenas a escrever o próprio nome e fazer as quatro operações aritméticas. A maioria das crianças não vai à escola com receio do preconceito existente em relação a elas. Claro que com o acelerado processo de aculturação, um bom número de ciganos, disfarçadamente, estão  freqüentando as universidades e até ocupando cargos de importância na vida pública do país e já chegaram até à Presidência da República. (Washington Luiz e Juscelino Kubitshek).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Casamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No casamento tende-se a escolher o cônjuge dentro do próprio grupo ou subgrupo, com notáveis vantagens econômicas. A importância do dote é fundamental especialmente para os Rom; no grupo dos Sintos se tende a realizar o casamento através da fuga e conseqüente regularização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde pequenas, as meninas ciganas costumam ser prometidas em casamento. Os acertos normalmente são feitos pelos pais dos noivos, que decidem unir suas famílias. O casamento é uma das tradições mais preservadas entre os ciganos, representa a continuidade da raça, por isso o casamento com os não ciganos não é permitido em hipótese alguma. Quando isso acontece a pessoa é excluída do grupo (embora um cigano possa casar-se com uma gadjí, isto é, uma mulher não cigana, a qual deverá porém submeter-se às regras e às tradições ciganas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pelo casamento que os ciganos entram no mundo dos adultos. Os noivos não podem Ter nenhum tipo de intimidade antes do casamento. A grande maioria dos ciganos no Brasil, ainda exigem a virgindade da noiva. A noiva deve comprovar a virgindade através da mancha de sangue do lençol que é mostrada a todos no dia seguinte. Caso a noiva não seja virgem, ela pode ser devolvida para os pais e esses terão que pagar uma indenização para os pais do noivo. No caso da noiva ser virgem, na manhã seguinte do casamento ela se veste com uma roupa tradicional colorida e um lenço na cabeça, simbolizando que é uma mulher casada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a festa de casamento, os convidados homens, sentam ao redor de uma mesa no chão e com um pão grande sem miolo, recebem dos os presentes dos noivos em dinheiro ou em ouro. Estes são colocados dentro do pão ao mesmo tempo em que os noivos são abençoados. Em troca recebem lenços e flores artificiais para a mulheres. Geralmente a noiva é paga aos pais em moedas de ouro, a quantidade é definida pelo pai da noiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns clãs o punhal é usado na cerimônia cigana de noivado e casamento, onde é feito um corte nos pulsos dos noivos, em seguida o pulsos são amarrados em um lenço vermelho, representando a união de duas vidas em uma só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Sexualidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sexualidade é outro ponto importante entre os ciganos. E, ao contrário do que se imagina, eles têm uma moral bastante conservadora. Alguns mitos antigos falam da existência das mães-de-tribo, que tinham um marido e um "acariciador". Outros falam das gavalies de la noille, as misteriosas noivas do fim de noite, com quem os kakus se encontravam uma única vez, passando desde então, a ter poderes especiais. Mas o certo mesmo é que os ciganos se casam cedo, quase sempre seguindo acordos firmados entre as duas famílias. Não recebem nenhum tipo de iniciação sexual e ter filhos é a principal função do sexo. Descobrir os seios em público é comum e natural, mas nenhuma mulher pode mostrar as pernas, pois da cintura para baixo todas são merimé (impuras). Vem daí a imposição das saias compridas e rodadas para as mulheres, que também são proibidas de cortar os cabelos, e nunca sentam à mesma mesa que os homens. Ironicamente, como praticantes da magia e das artes divinatórias, são elas que cada vez mais assumem o controle econômico da família, pois a leitura da sorte é a principal fonte de renda para a maioria das tribos. O resultado é uma situação contraditória, em que o homem manda, mas é a mulher quem sustenta o grupo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Música e a Dança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse povo canta e dança tanto na alegria como na tristeza pois para o cigano a vida é uma festa e a natureza que o rodeia a mais bela e generosa anfitriã. A dança cigana praticada tanto por mulheres quanto por homens é hoje uma mistura da dança de vários povos (espanhóis, árabes, hindús, russos, eslavos, etc), com os quais os ciganos tiveram contato, somado aos seus próprios elementos de bailado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Misticismo e a Religiosidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O misticismo e a religiosidade, fazem parte de todos os hábitos da vida cigana. A maior parte deles acredita em um único deus (Dou-la ou Bel) em eterna luta contra o demônio (Deng). Normalmente, assimilam as religiões do lugar onde se encontram, mas jamais deixam de lado o culto aos antepassados, o temor dos maus-olhados, a crença na reencarnação e na força do destino (baji), contra a qual não adianta lutar. O mais importante para o Povo Cigano é interagir com a Mãe Natureza respeitando seus ciclos naturais e sua força geradora e provedora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fato que chama a atenção para a provável origem indiana do povo cigano, é a santa por quem nutrem o mais devotado amor e respeito, chamada Santa Sara Kali. Kali é venerada pelo povo hindu como uma deusa, que consideram como a Mãe Universal, a Alma Mater, a Sombra da Morte. Sua pele é negra tal como Shiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os ciganos, Sara, santa venerada, possui a pele negra, daí ser conhecida como Sara Kali, a negra. Ela distribui bênçãos ao povo, patrocina a família, os acampamentos, os alimentos e também tem força destruidora, aniquilando os poderes negativos e os malefícios que possam assolar a nação cigana. Seu mistério envolve o das "virgens negras", que na iconografia cristã representa a figura de Sara, a serva (de origem núbia) que teria acompanhado as três Marias: Jacobina, Salomé e Madalena, e, junto com José de Arimatéia fugido da Palestina numa pequena barca, transportando o Santo Graal (o cálice sagrado), que seria levado por elas para um mosteiro da antiga Bretanha. Diz o mito que a barca teria perdido o rumo durante o trajeto e atracado no porto de Camargue, às margens do Mediterrâneo, que por sua vez ficou conhecido como "Saintes Maries de La Mer", transformando-se desde então num local de grande concentração do Povo Cigano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todos são devotos de "Santa Sara", que é reverenciada nos dias 24 e 25 de maio, em procissões que lotam Lês Saints Maries de La Mer, em Camargue, no Sul da França. Através de uma longa noite de vigília e oração, pelos ciganos espalhados no mundo inteiro, com candeias de velas azuis, flores e vestes coloridas; muita música e muita dança, cujo simbolismo religioso representa o processo de purificação e renovação da natureza e o eterno "retorno dos tempos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Arte Adivinhatória &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade cigano que se preza, antes de ler a mão, lê os olhos das pessoas (os espelhos da alma) e tocam seus pulsos (para sentirem o nível de vibração energética) e só então é que interpretam as linhas das mãos. A prática da Quiromancia para o Povo Cigano não é um mero sistema de adivinhação, mas, acima de tudo um inteligente esquema de orientação sobre o corpo, a mente e o espírito; sobre a saúde e o destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Lua Cheia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Povo Cigano, a Lua Cheia é o maior elo de ligação com o "sagrado", quando são realizados mensalmente os grandes festivais de consagração, imantação e reverenciação à grande "madrinha". A celebrações da Lua Cheia, acontecem todos os meses em torno das fogueiras acesas, do vinho e das comidas, com danças e orações. Também para os ciganos tudo na vida é "maktub" (está escrito nas estrelas), por isso são atentos observadores do céu e verdadeiros adoradores dos astros e dos sidéreos. Os ciganos praticam a Astrologia da Mãe Terra respeitando e festejando seus ciclos naturais, através dos quais desenvolvem poderes verdadeiramente mágicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma kalin (cigana kalon), descendente desse povo, essa é uma hora em que precisamos estar atentos e vigilantes para ouvirmos uma espécie de "chamado mítico" que a dura realidade planetária está nos fazendo, e, nos unirmos em corpo e espírito com as forças maiores que regem esse universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Povos das Estrelas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Ciganos são "povos das estrelas" e para lá voltarão quando morrerem ou quando houver necessidade de uma grande evacuação. Há milênios eles vem cumprindo sua missão neste Planeta, respeitando e reverenciando a Mãe Natureza, trocando e repassando conhecimento. Eles pregam a necessidade urgente  de pisar na superfície desse lindo "planeta água" (símbolo da emoção e da sensibilidade que preenche nossos corações) observando não só a violência praticada contra as minorias, como também os incríveis gestos de solidariedade humana mostrados via satélite ou pela Internet, na mesma velocidade da luz ou do pensamento humano, nessa era de virtualidade nem um pouco caracterizada pelas mais elementares virtudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:http://www.salves.com.br/gyphist.htm&lt;br /&gt;http://www.culturacigana.com.br/man/cult_clas.asp&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-7996018154805271050?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/7996018154805271050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/cultura-cigana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/7996018154805271050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/7996018154805271050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/cultura-cigana.html' title='A Cultura Cigana'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvQwBlm3bVI/AAAAAAAAAfk/9NKngkzuQ_A/s72-c/007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-554780200831874801</id><published>2009-11-06T03:01:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T07:09:38.906-08:00</updated><title type='text'>A História do Povo Cigano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvQ8FDCZ6-I/AAAAAAAAAfs/GsRA_xNN8ek/s1600-h/Ghaziya-nile.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 234px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvQ8FDCZ6-I/AAAAAAAAAfs/GsRA_xNN8ek/s320/Ghaziya-nile.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401007910536473570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A história da dança oriental está intimamente ligada à história dos ciganos. O nome espanhol dos ciganos é "gitano". O idioma dos ciganos é o romanês e contém em sua maioria palavras derivadas do antigo sânscrito (conforme pesquisa de Grellman), que era falado no noroeste da Índia. Mas por todos os países que passavam, assimilavam palavras de idiomas locais, por isso encontramos palavras do turco, grego e armênio. Em cada país eram chamados por outros nomes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luri no Beluchistão/ Luli no Iraque / Karaki ou Zangi na Pérsia / Kauli no Afganistão / Cingan ou Tchingan na Sïria e na Turquia / Tsiganos ou Atsincani na Grécia / Roma ou Sinti na América.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato do Povo Cigano não ter, até os dias atuais, uma linguagem escrita, fica quase impossível definir sua verdadeira origem. Portanto, tudo o que se disser a respeito de sua origem está largamente baseado em conjecturas, similaridades ou suposições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipótese mais aceita é que o Povo Cigano teve seu berço na civilização da Índia antiga, num tempo que também se supõe, como muito antigo, talvez dois ou três milênios antes de Cristo. Compara-se o sânscrito, que era escrito e falado na Índia (um dos mais antigos idiomas do mundo), com o idioma falado pelos ciganos e encontraram um sem-número de palavras com o mesmo significado. E assim, os Ciganos são chamados de "povos das estrelas" e dizem que apareceram há mais de 3.000 anos, ao Norte da Índia, na região de Gujaratna localizada margem direita do Rio Send e de onde foram expulsos por invasores árabes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros pontos também colaboram para que esta hipótese seja reforçada, como a tez morena comum aos hindus e ciganos, o gosto por roupas vistosas e coloridas, e princípios religiosos como a crença na reencarnação e na existência de um Deus Pai e Absoluto. E com respeito à suas crenças, tanto para os hindus como para os ciganos, a religiosidade é muito forte e norteia muito de seu comportamento, impondo normas e fundamentos importantes, que devem ser respeitados e obedecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de vagarem pelas Terras do Oriente, os ciganos invadiram o Ocidente e espalharam-se por todo o mundo. Essa invasão foi uma das únicas na história da humanidade que foi feita sem guerras, dor ou derramamento de sangue. O que não se sabe ainda é se esses eternos viajantes pertenciam a uma casta inferior dentro da hierarquia indiana (os parias) ou de uma casta aristocrática e militar, os orgulhosos (rajputs). Independente de qual fosse seu status, a partir do êxodo pelo Oriente, os ciganos se dedicaram com exclusividade a atividades itinerantes: como ferreiros, domadores, criadores e vendedores de cavalo, saltimbancos, comerciantes de miudeza e o melhor de suas qualidades que era a arte divinatória. Viajavam sempre em grandes carroças coloridas e criaram nomes poéticos para si mesmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro milênio d.C., deixaram o país e se dividiram em dois ramos: o Pechen que atingiu a Europa através da Grécia; e o Beni que chegou até a Síria, o Egito e a Palestina. Existem vários clãs ciganos: o Kalê (da Península Ibérica); o Hoharano (da Turquia); o Matchuaiya (da Iugoslávia); o Moldovan (da Rússia) e o Kalderash (da Romênia). São mais de 15 milhões de ciganos em diferentes pontos da Europa, Ásia, África, América, Austrália e Nova Zelândia. Quase sempre os ciganos eram bem recebidos nos países onde chegavam. Os chefes das tribos apresentavam-se de forma pomposa, como príncipes, duques e condes (títulos, aliás inexistentes entre os ciganos). Diziam-se peregrinos cristãos vindos do Egito e, assim obtinham licença das autoridades locais para se instalarem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que muitos pensam, o Povo Cigano é que foi perseguido, julgado e expulso ao longo do seu pacífico caminhar. Na Moldávia e na Valáquia (atual Romênia), os ciganos foram escravizados durante trezentos anos; na Albânia e na Grécia pagavam impostos mais altos. Na Alemanha, crianças ciganas eram tiradas dos pais com a desculpa de que "iriam estudar", enquanto a Polônia, a Dinamarca e a Áustria puniam com severidade quem os acolhesse. Nos países baixos inúmeros ciganos foram condenados à forca e seus filhos obrigados a assistir à execução dos pais para que assim aprendessem a "lição de moral". Apenas no país de Gales eles tiveram espaço para manter parte das suas tradições e a língua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ciganos chegados em Andaluzia no séc. XV vieram do norte da Índia, da região do Sind (atual Paquistão), fugindo das guerras e dos invasores estrangeiros (inclusive de Tamerian, descendente de Gengis Khan) eles encontraram facilidades e estabeleceram-se. Mesmo assim, durante a inquisição católica, vários deles foram expulsos pelos tribunais do Santo Ofício. As tribos do Sind se mudaram para o Egito e depois para a Checoslováquia, Rússia, Hungria e Polônia, Balcãs e Itália, França e Espanha. Seus nomes se latinizaram (de Sindel para Miguel; de András para André; de Pamuel para Manuel, etc.). O primeiro documento data a entrada dos ciganos na Espanha em 1447. Esse grupo se chamava a si mesmo de "ruma calk" (que significa homem dos tempos) e falavam o Caló (um dialeto indiano oriundo da região do Maharata). Eles trouxeram  a música, a dança, as palmas, as batidas dos pés e o ritmo quente do "flamenco", tanto que essa palavra vem do árabe "felco" (camponês) e "mengu" (fugitivo) e passou a ser sinônimo de "cigano andaluz" à partir do séc. XVIII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém de acordo com a Tradição Cigana, a teoria mais freqüente sobre a origem do Povo Cigano, é que após um período de adaptação neste planeta, os ciganos teriam surgido do interior da Terra e esperam que um dia possam regressar ao seu lar. Existem lendas que falam que os ciganos seriam filhos da primeira mulher de Adão, Lilith, e, portanto, livres do pecado original) e por isso eles não aceitam de modo algum ser empregados dos "gadjé" (não-ciganos) e apegam-se a antigas profissões artesanais que caracterizam suas tribos e são ensinadas desde cedo às crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.salves.com.br/gypdanc.htm&lt;br /&gt;http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_286271.shtml&lt;br /&gt;http://www.salves.com.br/gyphist.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-554780200831874801?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/554780200831874801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/historia-da-danca-cigana.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/554780200831874801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/554780200831874801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/11/historia-da-danca-cigana.html' title='A História do Povo Cigano'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SvQ8FDCZ6-I/AAAAAAAAAfs/GsRA_xNN8ek/s72-c/Ghaziya-nile.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-283861890681708428</id><published>2009-10-30T04:06:00.000-07:00</published><updated>2009-10-30T04:14:41.292-07:00</updated><title type='text'>A Dança</title><content type='html'>Desde a mais remota Antigüidade, e de maneira unânime em todos os povos, aparece a dança como expressão do sentir do homem, e como um ato natural nele. Unida sempre à música e ao canto, como uma trilogia rítmica indissolúvel, ela constitui um gesto espontâneo que se articula com o ritmo universal. Este se colocar “no ritmo”, este “ritmar” com o Cosmo, é a essência e a origem da dança, cujas coreografias e movimentos circulares se inspiram na ordem dos planetas e seus efeitos e correspondências na manifestação. O homem, o dançarino, é o intermediário entre céu e terra, e seus passos repetem e representam a Cosmogonia primordial à qual imediatamente assinala um caráter repetitivo e ritual. Graças a estes gestos e figuras ideais, ou “patronos” simbólicos, e à total entrega à dança, o ser humano se vê transportado a outro mundo, a outro espaço mental, onde sua participação ativa no presente através do movimento faz com que se conecte com uma só e única onda, ou vibração, compartilhada pela criação inteira. Quando isto é assim, é que se compreendeu o sentido mágico da vida, da qual é parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.deldebbio.com.br/index.php/2009/10/29/a-danca/comment-page-1/#comment-11278&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-283861890681708428?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/283861890681708428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/10/danca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/283861890681708428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/283861890681708428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/10/danca.html' title='A Dança'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-6860874375785052690</id><published>2009-08-28T06:12:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T09:45:09.714-07:00</updated><title type='text'>Shiva Nataraja e a Dança</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SunGhKhIH9I/AAAAAAAAAeU/WkZ2LgEHwD4/s1600-h/Shiva_Nataraja_1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398063901441531858" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 206px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SunGhKhIH9I/AAAAAAAAAeU/WkZ2LgEHwD4/s320/Shiva_Nataraja_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Deus Shiva é a personificação da dança e das transformações, simbolizando a eterna mutação do universo, que consiste na cíclica destruição e criação. O processo cósmico é a morte e a ressurreição, a eterna renovação da vida. Dentro de nós mesmos, a ação de Shiva seria a de morrer para nosso velho mundo, nosso "querido" Ego, e renascer a um novo ciclo de consciência interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança tem por tema a atividade cósmica, a eterna transformação.&lt;br /&gt;As cinco atividades divinas de Shiva são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a criação contínua do universo, originada no ritmo;&lt;br /&gt;- a conservação, baseada no equilíbrio e na medida dos movimentos;&lt;br /&gt;- a destruição das formas já superadas, mediante o fogo interior;&lt;br /&gt;- a eterna renovação;&lt;br /&gt;- a encarnação da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama a atenção que o deus da Dança, Shiva Nataraja, seja ao mesmo tempo o deus das Mudanças, o que implicaria que as mudanças são induzidas pela dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shiva é representada com o pé direito esmagando um demônio, o que simboliza a vitória sobre as forças demoníacas da destruição, e o esquerdo no ar, representando o equilíbrio e o impulso de ascensão. A imagem possui quatro braços, com os quais realiza a criação e a destruição cíclica do mundo. Está rodeado por um círculo de fogo. A dança de Shiva é, portanto, um movimento que destrói para gerar o processo de criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado nesta dança e em sua simbologia de transformação, foi elaborada a "Dança das Transformações", que possui três atributos essenciais do movimento: Unidade, Equilíbrio e Harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, os sagrados rituais de dança desapareceram do nosso mundo, e os poucos lugares onde ainda são praticados, têm acesso muito difícil. Mas ainda persiste no homem a necessidade de expressar suas emoções através dos movimentos e desta forma, a cada época, vemos predominar um estilo musical que traduz todo o sentimento daquela geração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança busca reacender assim, dentro de cada um, a chama sagrada da vida, resgatando, nas vivências de Danças Sagradas, o contato com as forças que regem o universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gnosisonline.org/A_Arte_Superior/dancas_sagradas.php"&gt;http://www.gnosisonline.org/A_Arte_Superior/dancas_sagradas.php&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-6860874375785052690?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/6860874375785052690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/08/dancas-sagradas-e-transmutacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/6860874375785052690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/6860874375785052690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/08/dancas-sagradas-e-transmutacoes.html' title='Shiva Nataraja e a Dança'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SunGhKhIH9I/AAAAAAAAAeU/WkZ2LgEHwD4/s72-c/Shiva_Nataraja_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-1249340185439941472</id><published>2009-08-28T05:27:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T09:53:22.177-07:00</updated><title type='text'>Dança Cerimonial (ou A Magia da Concentração Dinâmica)</title><content type='html'>Texto Gnóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é a Dança?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fundamentalmente, o Pilar da Arte, dentro da Gnosis, tem a característica de equilibrar e complementar os pilares da Ciência e da Filosofia e acercá-los à experimentação do Pilar do Misticismo. A Arte é o elemento que serve de veículo para esta complementação. “A Arte – diz o Mestre Samael – é a expressão positiva da mente... Todos os Adeptos têm cultivado as belas artes”. Sua principal característica é a Inspiração – o pólo oposto da Intelectualização – que leva à Intuição do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança é uma manifestação da arte em seu mais transcendental significado, que tem como princípio básico o de que através da prática de certos movimentos físicos que imitam movimentos cósmicos é possível realizar uma conexão entre o macrocosmo e o microcosmo a nível energético por causa do Princípio Hermético da Correspondência, e por este meio ter acesso a uma informação de Ordem Superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas palavras do Mestre Samael: &lt;span &gt;&lt;em&gt;“As danças sagradas eram verdadeiros Livros informativos que transmitiam, deliberadamente, certos conhecimentos cósmicos transcendentes”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Conhecendo perfeitamente o movimento das forças cósmicas do Universo, nossos antepassados aprenderam a reproduzi-los e correspondê-los interna e misticamente em suas formosas danças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mestre Samael menciona que os &lt;em&gt;“dançarinos antigos conheciam as sete partes independentes do corpo e sabiam muito bem o que são as sete linhas distintas do movimento...”&lt;/em&gt; Mediante a concentração dinâmica, ou meditação em movimento, compreenderam que na criação de um movimento rítmico e compassado, descobriram este movimento (ritmo, vibração, música, cor etc.) no núcleo das estrelas como no das células; no coração dos animais e no dos homens; no interior das plantas e no dos minerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mover-se quer dizer VIVER! Estar imóvel significa estar desprovido da vida. A imobilidade equivale, na mitologia de todas as culturas, à não-existência e é um estado anterior à Creação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob esse princípio nasceram as danças sagradas dos tempos do Egito, da Babilônia, da Grécia, as danças dos dervixes girantes na Pérsia e as danças mexicah em Anáhuac (México), entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Roma antiga, os mais importantes conselheiros encabeçavam as procissões nas festas, sendo a procissão uma forma de dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mitologia grega Rea, esposa de Cronos, ensina os filhos da terra a dançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orfeu ordenava que todo aquele que entrasse na sabedoria dos Mistérios deveria ser recebido com a dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sócrates estimava que a dança era uma necessidade essencial e Platão dizia que o homem que não sabia dançar não era educado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança na Grécia estava associada, desde os tempos mais remotos, com os deuses, tais como: Helios, Dionisos, Pan, Ártemis... todos dançavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Egito dos faraós executavam-se danças solares ao redor dos templos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Índia é o próprio Shiva quem cria o universo por meio da dança. É Ele quem obriga a matéria a se pôr em movimento; quem cria e destrói o universo. Sua dança simboliza a atividade divina como a fonte de energia que põem em movimento o universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Antigo Testamento existem vários termos que se referem à dança e que sugerem desde o dançar em círculo (como o fez, o rei David ante Jeová) até “torcer-se de dor durante o parto”, aludindo ao movimento criador da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Atos de São João (texto gnóstico apócrifo escrito ao redor do século 3º ), Cristo ensina seus discípulos a orar através da dança circular, terminando o hino com suas próprias palavras: “quem não dança não conhece os caminhos da vida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No México antigo a dança era associada à palavra macehualiztli, que alude a um “merecimento” através da penitência, e era considerada de caráter mágico porque permitia obter o merecimento dos deuses através do enlace das quatro direções do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POR QUE A DANÇA É SAGRADA?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Porque toda atividade humana que transcenda os limites do profano pode alcançar um estado sagrado ou superior. Para isso será necessário que dita atividade leve a necessidade de alcançar um terceiro estado de consciência e uma constante recordação do Ser, além de buscar um objetivo impessoal que a converta em um ato consciente: um sacrifício (sacro ofício).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Porque ela “representa” – como se fazia antigamente através dos Mystéyn (Mistérios) ou representações teatrais de tema divinos, que se converteram nos modernos rituais – um acontecimento espiritual e cósmico, ou seja, superior, e dessa maneira instrui a consciência, que é a finalidade de todo ritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Porque ao ser entendida uma prática ritual, que com liturgia contém uma linguagem alegórica, simbólica e mística – neste caso manifestada através da evoluções e movimentos dos dançarinos, a música e em algumas ocasiões o canto – instrui a consciência por meio do que o Mestre Samael chama os “fundamentos psicológicos ritualísticos”, ou seja, a psicologia do ritual. Este sistema, presente em toda prática cerimonial, elude o processo de racionalização através do intelecto, passando informação e a sabedoria diretamente à parte emocional do centro intelectual e dali ao Centro Emocional Superior, se a disposição e concentração do participante o permite. Desta maneira se explica o porquê através do ritual, a cerimônia ou qualquer prática mística como a dança, é possível para o participante e para o observador (público ou congregação) ter “experiências místicas” inexplicáveis para o intelecto ou a razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Porque a dança é um caminho espiritual que conduz o homem a seu reencontro com a verdade. A dança desperta a sensibilidade no dançarino, permite-lhe ver através dela, seu próprio caminho, o caminho que como buscador do conhecimento deve seguir. Sendo o dançarino um servidor do Grande Misterioso, converte-se em um instrumento para a manifestação do Grande Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande Espírito é o Divino que habita no fundo da alma e nEle se encontra a autentica e legítima faculdade cognoscente, conforme o dançarino-iniciado percorre o Caminho Vermelho da aniquilação do ego e desenvolve sua consciência, essa última vai iluminando o dançarino, despertando o seu Átomo Dançarino (Átomo Nous, que é o átomo girante de Deus, que se encontra no coração) e a dança daquele guerreiro da Luz se transforma em uma expressão de seu Ser Interior Profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança sagrada é, e sempre será, uma expressão da vida interior do guerreiro-buscador do Conhecimento, e a vida cotidiana do aprendiz deve ser uma expressão da dança. Somente dessa maneira poderíamos entender um dos preceitos fundamentais da dança sagrada: “a dança é que escolhe o dançarino”. O aprendiz de dançarino é selecionado por um poder impessoal e deve ser cuidadoso a fim de ser digno porque nem todos os escolhidos se convertem em dançarinos-iniciados impecáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BENEFÍCIOS DA PRÁTICA DA DANÇA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Psicológica e Mentalmente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Produz uma maior compreensão do divino e do profano, isto é, permite apreciar o valor sagrado da vida, da relação corpo-mente-espírito, das relações humanas aplicando a doutrina gnóstica da momentaneidade, da auto-observação e da recordação de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Produz um estado de meditação em movimento, através do desenvolvimento da concentração e equilíbrio entre os Centros: ao promover a dança como uma aprendizagem que se inicia teoricamente (centro intelectual); se aprende com a prática dos movimentos (centro motor) e uma vez aprendido se interioriza através da meditação (centro emocional), este leva de uma maneira prática ao estado conhecido como meditação ou concentração dinâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Exige a perda da importância pessoal ao demandar a necessidade de funcionar em círculos, onde o único centro e eixo ao redor do qual gira a atividade se localiza em um aspecto espiritual. A todo o momento exige uma atitude interior séria, respeito e compreensão das divindades, objetos e instrumentos, e um constante estado de devoção “bhakti yoga”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Promove o desenvolvimento da capacidade criativa, a parte positiva da mente (mente interior), que se relaciona com a arte, ao produzir um equilíbrio com a atividade intelectual, a qual a ser abusada corre o perigo de se converter no pólo negativo da mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Abre uma oportunidade direta de aprender a funcionar em convivência, a pensar em conjunto, a vibrar em grupo, e nesta interação, conhecer-se a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Física e Emocionalmente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• De uma maneira completamente equilibrada, é possível considerar a dança como uma “yoga gnóstica”, porquanto produz equilíbrio físico e emocional ante a rotina da atividade cotidiana. Ajuda a romper com as rotinas da vida e os hábitos mecânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Facilita o livre fluir da energia vital, que geralmente obstaculizada pela tensão e falta de exercícios promovendo a cura do corpo e de seus órgãos e sistemas de uma maneira natura. Mais do que ser um exercício meramente físico como qualquer esporte ou yoga incipiente, é uma prática de transmutação e fluir da energia com um propósito definidamente espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Um guia para o praticante rumo à experiência das emoções superiores, contrarrestando o efeito nocivo das inferiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espiritualmente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Acerca o praticante até uma conexão com o divino. A dança, como toda Arte Régia, é um profundo processo de interiorização e busca de uma realidade e identidade interna que se logra ao estabelecer Centro de Gravidade Permanente, ou Átomo Dançarino na consciência, no Ser, no eixo e não na periferia, que viria a ser a atividade mecânica da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Facilita o passo da imaginação à inspiração através da aprendizagem de seus movimentos e da compreensão do propósito espiritual desses movimentos; e da inspiração à intuição abrindo a possibilidade da experiência mística, um processo pelo qual historicamente a arte tem sido fundamental para o desenvolvimento do espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Produz revelação e informação que instruem psicologicamente a consciência, razão pela qual se lhe considera como um ritual sagrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.gnosisonline.org/A_Arte_Superior/danca_cerimonial.php"&gt;http://www.gnosisonline.org/A_Arte_Superior/danca_cerimonial.php&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-1249340185439941472?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/1249340185439941472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/08/danca-cerimonial-ou-magia-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/1249340185439941472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/1249340185439941472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/08/danca-cerimonial-ou-magia-da.html' title='Dança Cerimonial (ou A Magia da Concentração Dinâmica)'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-4756011332809265982</id><published>2009-04-22T11:33:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T10:15:12.156-07:00</updated><title type='text'>A Kundalini e os Chakras na Dança</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SfN85ZQyQqI/AAAAAAAAAS0/Bxp_XGVZmiM/s1600-h/chakras.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328740109585105570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SfN85ZQyQqI/AAAAAAAAAS0/Bxp_XGVZmiM/s320/chakras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A Kundalini e a Dança do Ventre&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na base da coluna espinhal de todo ser humano está localizada uma fonte adormecida e poderosa de energia. Esta fonte é conhecida como &lt;strong&gt;Muladhara Chakra&lt;/strong&gt; de onde partem três canais sutís conhecidos como Naadis que sobem pela coluna até atingir o cérebro. O da esquerda é IDA e o da direita é PINGALA, e o canal oco que corre através do centro do cordão espinhal é o SUSHUMNA. Todos os três se encontram e se unem na parte mais inferior. Os gregos o chamavam de Spierema, "correndo através da medula da espinha." No final mais baixo do canal ôco está o que chamamos de "Lótus da Kundalini." È descrita como uma forma triangular; dentro da lótus há o poder espiralado da Kundalini. Quando a Kundalini desperta, ela tenta forçar a passagem através desse canal ôco. Conforme ela ascende passo a passo, camada após camada, a mente torna-se aberta, e todas as visões diferentes e poderes maravilhosos despertam. Quando ela alcança o cérebro, a pessoa torna-se completamente desapegado do corpo e da mente. A alma encontra-se liberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDA&lt;/strong&gt; carrega energia lunar, está associado ao polo negativo, a cor amarela, ao sexo feminino, e a irradiação fria. A respiração esquerda proporciona estabilidade para a vida. A narina esquerda é aberta durante o dia, equilibra a ener&amp;shy;gia solar criando um equilíbrio para si, tornando-nos mais rela&amp;shy;xados e mais alertas mentalmente. No homem governa o hemisfério cerebral direito, e na mulher o esquerdo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;PINGALA&lt;/strong&gt; carrega energia solar, está asscociado ao polo positivo, a cor vermelha, ao sexo masculino, e a irradiação quente. A narina do lado direito é de natureza elétrica masculina, verbal e racional. Torna o corpo físico mais dinâmico (eficiente e ativo durante horas noturnas, aumentando a saúde). No homem governa o hemisfério cerebral esquerdo, e na mulher o direito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;SUSHUMNA&lt;/strong&gt; é o canal neutro, possui ambos os aspectos, sua cor é azul claro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No homem a energética Kundalinica se despreende dos testículos, sendo do ESQUERDO a AMARELA (IDA) e do DIREITO de cor VERMELHA (PINGALA). No caso da mulher o processo é invertido, ou seja: Ovário Esquerdo, energia solar vermelha e ovário direito energia lunar, fria, de cor amarela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;KUNDALINI&lt;/strong&gt; (chamada pelos iogues de Shakti) é a energia da terra, o poder do desejo puro dentro de nós, é a energia de nossa alma, de nossa consciência. Kundalini é a nossa emanação do infinito, a energia do cosmos dentro de cada um de nós. Como nossa energia criativa, ela pode ser imaginada como uma serpente enroscada adormecida na base de nossa coluna. Uma energia adormecida dentro de nós que se desperta, e passa através dos centros de consciência (chakras) no canal central da espinha (Sushumna), expande nossa consciência. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando conseguimos um fluxo constante da Kundalini, é como se estivessemos nos despertando de um longo sono, deixamos de viver numa realidade imaginária e nos tornamos compromissados com os nossos propósitos e metas aproveitando muito mais os prazeres da vida. A ascensão da energia é o caminho para a libertação, é o desenroscar da consciência Deus, o testemunho da realidade do poder ilimitado que é a essência de nossas almas. A iluminação, ou auto-realização é conquistada quando o ciclo de ascenção se completa, onde temos nosso primeiro encontro com a Realidade, varrendo para fora dela todas as nossas preocupações dos níveis mais grotescos. A dança do ventre ativa a energia da nossa kundalini, pois através dela entramos em contato direto com essa energia, ajudando em sua ascensão pelos nossos chakras principais, nos auto-conhecendo, e despertando nossa consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Chakras e a Dança do Ventre&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chakra&lt;/strong&gt; = Palavra Sânscrita (antiga língua clássica da Índia) que significa roda (movimento circular de energia). Pontos de fluxo de energia do corpo humano relacionados ao sistema endócrino e energético. Na concepção hinduista antiga o corpo humano é composto de sete invólucros ou camadas, uma delas é responsável pelo campo de energias que dá vida aos órgãos. Pensemos nessa camada como uma rede de fios invisiveis, capaz de reorganizar as forças de uma pessoa, chamam isso de Corpo Etérico, e a rede de Nadis, os Chakras são pontos de convergência e distribuição dos Nadis, quer dizer, das forças vitais (prana). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A Energia que circula nas chakras é chamada de muitos nomes, assim os egípcios conheciam-no como Ka , os chineses como Chi, os japoneses como Ki , os indianos como &lt;strong&gt;Prana&lt;/strong&gt; havendo muitos outros nomes conforme os povos, essa Energia pode ser apercebida pelos nossos 5 sentidos, por praticamente todas as pessoas. A principal fonte de Prana é o sol, e o principal processo de absorção de Prana no ser humano é a respiração. Essa energia vital (Prana) encontrada no ar, é absorvida pelos canais IDA e PINGALA através da respiração, revitalizando todos os chakras. O Prana também é encontrado nos alimentos naturais e frescos, na água pura de rios, mares, fontes, e nascentes, e também sob outras formas. Na tradição Iogue tântrica, os canais de força vital (prana) formam uma extensa rede permeando o corpo físico. Alguns textos falam de 350.000 canais (nadis) pelos quais fluem energias, como correntes oceânicas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os sete chakras principais são centros de consciência, devem ser imaginados como vórtices ou turbilhões de matéria etérica, e cada um deles se associa a uma cor, glândulas, cristais, qualidades, mantras, alimentos, etc... e possuem um movimento que os representa na dança do ventre. Nossa consciência não depende só da cabeça, ou do cérebro, somos conciêntes e temos uma identidade porque elaboramos as informações de todas as áreas somáticas, internas e externas. Sem que precisemos pensar, inumeráveis descisões estão sendo constantemente tomadas por esses centros de conciência (chakras) que se localizam no interior do corpo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nesta sociedade extremamente stressante e competitiva, através do excesso de trabalho, stress, toxinas, alimentação inadequada, drogas, tabaco, alcool, ansiedade, depressão e tantas outras coisas mais criam &lt;strong&gt;Bloqueios Energéticos&lt;/strong&gt; nos centros das funções vitais do corpo reduzindo ou mesmo fechando em alguns chakras o fluxo da Energia (prana) ficando essas energias nocivas armazenados em orgãos vitais e começando a manifestar-se na forma de doenças.&lt;br /&gt;A dança do ventre equilibra e alinha todos os chakras, através da realização de movimentos ligados a eles, trabalhamos diretamente com a energia vital de nossos chakras e da kundalini, desbloqueando esses centros energéticos, abrindo os chakras, libertando do excesso de energia reprimida, fazendo voltar a circular harmoniosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;1º Chakra: Básico -&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Muladhara&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Localizado no centro do cóccix&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elemento:&lt;/strong&gt; Terra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cores:&lt;/strong&gt; Vermelho e Preto&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parte do corpo:&lt;/strong&gt; glândulas supra-renais, ossos, aparelho genital e urinário, bacia, coxas, pernas e pés&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristal:&lt;/strong&gt; rubi, granada, hematita, turmalina preta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essências:&lt;/strong&gt; Laranja e sândalo (acalmam)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mantra:&lt;/strong&gt; LAM &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fase da vida:&lt;/strong&gt; Desde a união do espermatozóide com o óvulo, até sete ou oito anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alimentos Benéficos:&lt;/strong&gt; as proteínas (carne e produtos lácteos não são recomendados), frutos vermelhos e vegetais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qualidades positivas e lições a aprender:&lt;/strong&gt; assuntos relacionados ao mundo material, ao sucesso. O corpo físico, o domínio do corpo. Base (fundação), individualidade, estabilidade, segurança, imobilidade, tranquilidade, saúde, coragem, paciência.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualidades negativas:&lt;/strong&gt; se a pessoa estiver com baixa vibração, pode apresentar as seguintes características; egocentrismo, insegurança, violência, ganância, fúria, demasiada preocupação com a própria sobrevivência; tensão na coluna e prisão de ventre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que faz&lt;/strong&gt;: responsável pela ligação com o mundo físico e promove estabilidade e força interior. Concentra as energias da Kundalinî, que uma vez despertadas e controladas progridem coluna acima, seguindo um padrão geométrico similar ao padrão apresentado na dupla hélice das moléculas de DNA, que contêm o código da vida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movimentos da dança:&lt;/strong&gt; todos os pélvicos,especialmente os shimies e batidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;2º Chakra: Sacro - Svadhisthana&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Localizado no púbis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elemento:&lt;/strong&gt; Água&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cor:&lt;/strong&gt; laranja&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parte do Corpo:&lt;/strong&gt; ovários, aparelho urinário e fluidos corporais&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristal:&lt;/strong&gt; cornalina, ágata laranja, quartzo laranja&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essências:&lt;/strong&gt; erva-doce e alecrim&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mantra:&lt;/strong&gt; VAM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fase da vida:&lt;/strong&gt; de 8 a 14 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alimentos Benéficos:&lt;/strong&gt; líquidos, frutos e vegetais laranjas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que faz:&lt;/strong&gt; potencializa a sexualidade e o prazer &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qualidades positivas e lições a aprender:&lt;/strong&gt; dar e receber, emoções, desejos, prazer, amor sexual / passional, movimento, assimilação de novas idéias, saúde, família, tolerância, abandono (entrega), trabalhar harmoniosa e criativamente com os outros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualidades negativas:&lt;/strong&gt; exagerada indulgência com a comida ou sexo, dificuldades sexuais, confusão, ausência de objetivos, ciúme, inveja, desejo de possuir, impotência, problemas uterinos e/ou de bexiga.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movimentos da dança:&lt;/strong&gt; Oitos, ondulações e redondos .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;strong&gt;3º Chakra: Plexo Solar - Manipura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Localizado de 4 a 6 cm acima do umbigo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elemento:&lt;/strong&gt; Fogo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cor:&lt;/strong&gt; amarelo e dourado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parte do Corpo:&lt;/strong&gt; pâncreas e aparelho digestivo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristal:&lt;/strong&gt; citrino amarelo, olho de tigre, âmbar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essências:&lt;/strong&gt; laranja ou tangerina&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mantra:&lt;/strong&gt; RAM &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fase da Vida:&lt;/strong&gt; De 14 a 21 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alimentos Benéficos:&lt;/strong&gt; os amidos, as frutas ou vegetais amarelos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que faz:&lt;/strong&gt; relaciona-se a vontade e à ação &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qualidades positivas e lições a aprender:&lt;/strong&gt; vontade, poder pessoal, autoridade, energia, controle do desejo, auto-controle, brilho (esplendor), calor humano, despertar, transformação, humor, riso, imortalidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualidades negativas:&lt;/strong&gt; tomar mais do que se pode assimilar ou usar, demasiado ênfase no poder e/ou identificação, fúria, medo, ódio, problemas digestivos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movimentos da dança:&lt;/strong&gt; Camelo, cambrês, shimie de ventre, ondulações de ventre, batidas de ventre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;4º Chakra: &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Cardíaco -&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;Anahata&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Localiza-se no centro do tórax.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Elemento:&lt;/strong&gt; Ar&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cor:&lt;/strong&gt; verde, rosa ou dourado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parte do Corpo:&lt;/strong&gt; Timo (glândula próxima ao coração), aparelho circulatório, coração, braços, mãos, pulmões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristal:&lt;/strong&gt; quartzo rosa e verde&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essências:&lt;/strong&gt; rosas e gerânios&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mantra:&lt;/strong&gt; YAM &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fases da vida:&lt;/strong&gt; 21 a 28 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alimentos Benéficos:&lt;/strong&gt; frutas e vegetais verdes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que faz:&lt;/strong&gt; relaciona-se aos sentimentos, ao emocional e ao aumento da capacidade de compreender &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qualidades positivas e lições a aprender:&lt;/strong&gt; anor divino e incondicional. Perdão, compaixão, compreensão, equilíbrio, consciência de grupo, união com a vida. Aceitação, paz, abertura, harmonia, contentamento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualidades negativas:&lt;/strong&gt; repressão do amor, instabilidade emocional, desequilíbrio, problemas de coração e circulação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movimentos da dança:&lt;/strong&gt; movimentos de busto, braços, mãos, movimentos de tronco e véus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;5º Chakra: Laríngeo&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;- Vishudha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Localiza-se na garganta.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Elemento:&lt;/strong&gt; Éter&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cor:&lt;/strong&gt; azul&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parte do Corpo:&lt;/strong&gt; tireóide, aparelho respiratório, boca, garganta, hipotálamo, e estruturas responsáveis pela voz&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristal:&lt;/strong&gt; topázio azul, safira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essências:&lt;/strong&gt; eucalipto e bergamota&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mantra:&lt;/strong&gt; HAM &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fases da vida:&lt;/strong&gt; 28 a 35 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alimentos Benéficos:&lt;/strong&gt; Frutas e vegetais azuis e púrpura.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que faz:&lt;/strong&gt; expressa a comunicação e a criatividade &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qualidades positivas e lições a aprender:&lt;/strong&gt; poder da palavra falada, verdadeira comunicação, expressão criativa no discurso, na escrita, nas artes. Integração, paz, verdade, conhecimento, sabedoria, lealdade, honestidade, confiança, amabilidade, gentileza.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualidades negativas:&lt;/strong&gt; problemas na comunicação e/ou discurso, excesso de uso insensato do conhecimento, ignorância, falta de discernimento, depressão e problemas da tiróide.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movimentos da dança:&lt;/strong&gt; pescoço, cabeça, cabelos, ombros, sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;6º Chakra: Frontal&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt; - Ajna&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Localiza-se no centro da sombrancelhas, conhecido como 3º olho.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Elemento:&lt;/strong&gt; Luz&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cor:&lt;/strong&gt; violeta, índigo ou branco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parte do Corpo:&lt;/strong&gt; hípofíse e sistema endócrino, olho esquerdo, nariz, orelhas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristal:&lt;/strong&gt; lápis-lazúli &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Essências:&lt;/strong&gt; limão e camomila&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mantra:&lt;/strong&gt; KSHAM (é o mantra do 3º olho) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fases da vida:&lt;/strong&gt; 35 a 42 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alimentos Benéficos:&lt;/strong&gt; São os da côr azul ou púrpura, frutas e vegetais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que faz:&lt;/strong&gt; governa o espírito, a intuição e a memória &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qualidades positivas e lições a aprender:&lt;/strong&gt; realização da alma, intuição, "insight", imaginação; clarividência, concentração, paz de espírito; sabedoria, devoção, percepção para além da dualidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualidades negativas:&lt;/strong&gt; falta de concentração, medo, cinismo, tensão, dor de cabeça, problemas nos olhos, pesadelos e demasiado deslocamento deste mundo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movimentos da dança:&lt;/strong&gt; a expressão principalmente dos olhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;7º Chakra: Coronário - Sahashara&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Localiza-se no topo da cabeça, prolongando-se mais acima.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elemento:&lt;/strong&gt; Pensamento e Vontade, reunião de todos os elementos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Cor:&lt;/strong&gt; branco transparente, violeta e dourado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parte do Corpo:&lt;/strong&gt; glândula pineal (fica no cérebro), funcionamento geral do sistema nervoso, olho direito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Cristal:&lt;/strong&gt; quartzo transparente, ametista, diamante.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essências:&lt;/strong&gt; lavanda, rosa âmbar&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mantra:&lt;/strong&gt; HUM &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fases da vida:&lt;/strong&gt; dos 42 anos em diante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alimentos Benéficos:&lt;/strong&gt; Associa-se à ideia de jejum e também às frutas e vegetais de côr violeta e púrpura.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que faz:&lt;/strong&gt; controla o pensamento, a consciência e o funcionamento global do organismo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qualidades positivas e lições a aprender:&lt;/strong&gt; unificação do Eu Superior com a personalidade humana, união com o infinito, vontade espiritual, inspiração, unidade, sabedoria e compreensão divina. E ainda, idealismo, serviço voluntário (desinteressado), percepção além espaço e tempo e conformidade de consciência.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualidades negativas:&lt;/strong&gt; falta de inspiração, confusão, depressão, alienação, hesitação em servir, senilidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Movimentos da dança:&lt;/strong&gt; a própria expressão completa da dança. A junção de várias partes do corpo em movimentos cadenciados. O amor e a expressão artística da Dança do Ventre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://nassihsari.wordpress.com/2008/01/04/ativacao-da-energia-divina-interior/"&gt;http://nassihsari.wordpress.com/2008/01/04/ativacao-da-energia-divina-interior/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.misteriosantigos.com/1chakra.htm"&gt;http://www.misteriosantigos.com/1chakra.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/chacras7.htm"&gt;http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/chacras7.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.rosacruz.org.ar/brtransmutacaosexual.htm"&gt;http://www.rosacruz.org.ar/brtransmutacaosexual.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Livro "Dance e Recrie o Mundo" de Lucy Penna&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-4756011332809265982?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/4756011332809265982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/na-base-da-coluna-espinhal-de-todo-ser.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/4756011332809265982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/4756011332809265982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/na-base-da-coluna-espinhal-de-todo-ser.html' title='A Kundalini e os Chakras na Dança'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SfN85ZQyQqI/AAAAAAAAAS0/Bxp_XGVZmiM/s72-c/chakras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-3673384693570995747</id><published>2009-04-22T06:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-22T07:33:10.825-07:00</updated><title type='text'>O Simbolismo do Véu no mito de Isis e Osiris: herença cultural para a auto-descoberta</title><content type='html'>por Libéria Al Khadir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um tema persistente nos rituais de fertilidade era o de uma gigantesca inundação ou dilúvio, seguindo-se um período de benesse. (...) O tema de vida, morte e ressurreição também era freqüente: uma deusa perde o amante, o irmão ou o filho, indo buscá-lo no mundo subterrâneo, entre mil perigos, até que o encontro aconteça. E o encontro assinala sempre o retorno da vida após um intervalo de frio e escuridão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ísis considerada a Deusa Iniciadora nos mistérios da vida-morte-transcendência, encarna o princípio feminino, fonte mágica da fecundidade e de toda transformação. O milagroso renascimento de Osíris, consorte de Ísis, era atribuído a seus poderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Egito, o principal centro de culto a Ísis e Osíris ficava em Abydos. Anualmente realizava-se um festival ritualístico cuja principal atração era a dramatização do mito. Os sacerdotes realizavam uma procissão solene acompanhados de músicos e dançarinas. A primeira descrição dessa cerimônia data de 1868 A.C. gravada na pedra de Ikhernofret. Mais tarde entre 46 e 120 D.C. Plutarco e Lucius Apuleius entre 123 e 150 deixariam um relato detalhado sobre o culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica mais clara a relação entre a mulher, o véu e seu simbolismo quando estudamos o mito de Ísis e Osíris por completo, identificando o surgimento de Hórus como filho nascido pela intervenção mágica de Ísis, através da recuperação do falo de Osíris. Temos portando, a vida nascendo da morte, o oculto sendo revelado. Segue-se a descrição do mito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osíris é morto, encerrado num cofre por inimigos invejosos e por seu irmão Set, lançado depois nas águas do Nilo. O cofre se abre e as partes de Osíris são espalhadas. Ísis vai a sua procura e consegue reunir todas as partes, com exceção de uma, o pênis, que um peixe engolira. Ela realiza um ritual de magia juntamente com Néftis, onde pronuncia o nome secreto de Rá e constrói um falo da madeira recolhida na árvore sagrada dedicada à Ishtar. Nesse momento, Osíris retorna á vida, porém restrita ao mundo dos mortos, enquanto Ísis engravida e pari o filho da transcendência Hórus que irá vingar a morte do pai e matar Set.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos esquecer do significado de "velar" no sentido de passar a noite acordado seja para ficar alerta por algum motivo, proteger o corpo vivo, seja para preparar, "cuidar" ou abençoar um morto. Novamente aqui existe a relação com a passagem transcendente guiada por Osíris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No sufismo, diz-se que uma pessoa está velada (mahjub) quando a sua consciência é obcecada pela paixão, seja sensual ou mental, de tal modo que não percebe a Luz divina em seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os místicos, hijab, que designa tudo o que vela o alvo, significa a impressão produzida no coração pelas aparências que constituem o mundo visível e que o impedem de aceitar a revelação das verdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nafs (alma carnal) é o centro do velamento... As substâncias, os acidentes, os elementos, os corpos, as formas, as propriedades, todos são véus que ocultam os mistérios divinos. A verdade espiritual está selada para todos os homens, com exceção dos santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibn ul Faridh fala dos véus da mortalha dos sentido. A própria existência é considerada um véu para os sufistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No budismo, este mesmo véu que dissimula a Realidade pura é Maya; mas Maya como Xácti, vela e revela ao mesmo tempo, pois se não velasse a realidade última - que é a identidade do ego e do self, do sich selbst e da Deusa - a manifestação objetiva não poderia ser percebida."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O símbolo aqui se contradiz, pois o véu torna-se não o que oculta, mas ao contrário, o que permite ver, filtrando uma luz ofuscante, a luz da Verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É neste sentido que se diz, em regiões islâmicas, que a Face de Deus é velada por setenta mil cortinas de luz e de trevas, sem o que tudo o que o seu olhar atingisse seria consumido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela mesma razão Moisés teve de cobrir o seu rosto para falar com o povo hebreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Islã também dirá que Deus revestiu as criaturas com o véu de seu nome pois se lhes mostrasse as ciências de seu poder, desmaiariam, e se lhes revelasse a Realidade, morreriam: o véu do nome preserva a criatura de uma visão direta que a faria desmaiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois também a luz solar possui uma dupla acepção simbólica: pode ser aquilo que cega, com seu brilho por demais intenso, o que faz com que os tais digam que o véu do dia esconde a luz dos astros, que se desvelam ao cair da noite. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M. Esther Harding , declara que a Grande Deusa, presente em diversas culturas orientais e ocidentais foi em distintas regiões geográficas representada por uma pedra negra. Essa pedra considerada sagrada possuía uma depressão oval semelhante á vulva feminina. Lucy Penna aborda essa evidência e esclarece a origem do culto provavelmente na Caldéia há seis mil anos, além de concomitante presença das pedras marcadas na Grécia e entre os celtas e druidas da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa marca impressa em forma de vulva chamada de "sinal de Afrodite", é símbolo da energia que traz a luz e a vida. Mais uma vez, remete-nos ao sagrado momento do parto e a felicidade de trazer a criança à luz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Segundo Harding, o povo muçulmano acredita que a pedra sagrada de Meca (em cuja direção os devotos dessa fé se voltam três vezes ao dia, sintonizando com o poder de sua cidade santa) está coberta por um véu negro, repousando no centro da mesquita principal. O fato de estar envolta por um véu sugere uma analogia com o segredo que guarda o sexo feminino ainda coberto pelo hímen. Significa também a presença de um força que não pode (ou não deve) ser percebida apenas racionalmente, permanecendo misteriosa e oculta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O poder secular por vezes apropria-se deste símbolo para sacralizá-lo. É o que se dava com o Imperador da China, sempre separado de seu visitantes por um véu, podendo assim ver sem ser visto; e com o Califa, a partir do período omíada: seu camareiro, encarregado de transmitir as suas palavras durante as audiências, chamava-se "véu" ou "cortina"(Hajib), pois era ao mesmo tempo aquele que esconde e revela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em última instância , o véu pode então ser considerado mais um intérprete do que um obstáculo; ocultando apenas pela metade, convida ao conhecimento; todas as mulheres sedutoras sabem disso, desde que o mundo é mundo. O símbolo também se define pelo esoterismo: aquilo que se revela velando-se, aquilo que se vela revelando-se. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro elemento presente nas representações gráficas do mito encontradas nas paredes das pirâmides , em hierógrifos e objetos de arte, é o ankh, (cruz ansada), chamado também de nó de Ísis. Ele representa seus poderes infinitos e simboliza a eternidade, assemelhando-se também ao formato do útero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ankh e o djed (símbolo que se refere à coluna vertebral e ao membro ereto de Osíris), configuram a idéia da fertilidade e a transcendência. Ou seja, os véus são retirados, o conhecimento é revelado e a vida, que se materializa através do ato sexual, ganha uma profundidade de significado: o ato da vida transcende a morte e revela Deus.&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327512852087542722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 244px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/Se8gtm0Bk8I/AAAAAAAAASs/qLbxH8Q_JoA/s320/djed.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;A figura acima, mostra o pilar djed. Os quatro capitéis, simbolizam a estabilidade e a duração no mundo osiríaco. Nos mistérios de Osíris são celebrados anualmente a sua paixão, a sua morte e a sua ressurreição. No templo de Abidos, a cena da elevação do pilar djed era seguida da oferenda de tecidos (véus), na qual se cobre a coluna como se tratasse de uma estátua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerca do exposto, temos as evidências de que a dança do ventre se origina de uma dança sagrada de fertilidade e portanto faz parte desse ritual.&lt;br /&gt;E isso tudo tem relação com o simbolismo do véu na dança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Ao desempenhar seu papel na dança cósmica, todos os seres estão unidos por uma intrincada rede de vida. (...) No caminho em direção a si mesmo, reconhece que o mundo inteiro se encontra em si e que a revelação divina - que se produz através dele, o meio subjetivo - adquire forma e cor neste processo de manifestação. (...) . A realidade primária para o homem continua sendo a realidade da psique; mas atingir o centro implica o sacrifício da personalidade individual e da posição no espaço finito, o que possibilita a compreensão de que pode encontrar a graça em qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo constitui o recipiente sagrado da divindade, seu véu ou sua máscara; mas é ao mesmo tempo veículo de sua revelação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pintando-o, cobrindo ou mascarando-o, adquire uma ênfase dinâmica, que é uma forma de assinalar que o mistério se descobrirá (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste interim, o véu se revela também o símbolo da pele que recobre todo o corpo e é responsável pela ligação que temos com o interior e o exterior de nós mesmos. O corpo é o templo sagrado onde habita a essência (alma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação entre o elemento véu e a pele realça a propriocepção, expandindo a capacidade de sentir o toque, o movimento do corpo como um todo e a interação dele com a música, o ar no ambiente e algo dentro desse corpo que o move além!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://anapaulazevedo.multiply.com/journal/item/4"&gt;http://anapaulazevedo.multiply.com/journal/item/4&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-3673384693570995747?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/3673384693570995747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/o-simbolismo-do-veu-no-mito-de-isis-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/3673384693570995747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/3673384693570995747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/o-simbolismo-do-veu-no-mito-de-isis-e.html' title='O Simbolismo do Véu no mito de Isis e Osiris: herença cultural para a auto-descoberta'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/Se8gtm0Bk8I/AAAAAAAAASs/qLbxH8Q_JoA/s72-c/djed.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-2063591614824734976</id><published>2009-04-22T05:33:00.000-07:00</published><updated>2009-04-22T07:48:30.716-07:00</updated><title type='text'>A dança como uma forma de iniciação</title><content type='html'>Sabemos que a dança está presente em muitos rituais, pois através do significado dos movimentos, ela gera energias realmente mágicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança iniciática existe a mais de 7000 anos, e a que segue a linha egípcia,é uma preparação para as mulheres que desejam ser Sacerdotisas da Deusa, porque desperta nelas a própria Deusa Interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundamento deste aprendizado é ver em nosso corpo quatro partes diferentes, sendo que cada uma dessas parte se corresponde a movimentos específicos da dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Terra: dos pés até os quadris.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Água: dos quadris até os ombros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Ar: dos ombros ao Chakra Coronário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fogo : ao redor de todo o corpo, e representa a energia criadora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em toda a dança, os movimentos foram concebidos para manter em equilíbrio perfeito as energias de quem a pratica, livrando a mulher de doenças, alterações em seu humor, e outros benefícios menos perceptíveis.&lt;br /&gt;Isto leva ao despertar da Kundalini (energia criadora), fazendo com que a mulher se sinta interagindo com o Cosmos em perfeita harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na 1° etapa o aprendizado será sobre dançar com o véu ( o espírito), que representa o corpo espiritual da bailarina, sendo que a cor do mesmo traduz seu estado emocional, e o desempenho com ele, mostra a visão que ela tem de seu corpo e a sensação do corpo físico lhe inspira.&lt;br /&gt;Na cultura árabe o véu também simboliza os ventos do deserto.&lt;br /&gt;Esta fase culmina com o batismo, quando a dançarina receberá um Nome, numa maravilhosa cerimonia com os quatro elementos presentes.&lt;br /&gt;Depois disto ela poderá se apresentar em público, pois já possui o conhecimento suficiente para se preservar, protegendo dessa forma a sua energia, que está exposta.&lt;br /&gt;As etapas seguintes são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1° ) Snuj - Bênção&lt;br /&gt;A dançarina, igual que as sacerdotisas antigas, abençoa e purifica o ambiente onde estiver, tocando uma melodia, o que também pode ser conseguido com o pandeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2°) Bastão ou Cajado - Caminho&lt;br /&gt;Como uma Sacerdotisa Espiritual, ela direciona e mostra os Caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3°) Punhal - Transcendência&lt;br /&gt;Nesta etapa a mulher-dançarina transcende a própria matéria, sacrificando os apegos mundanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4°) Espada - Justiça&lt;br /&gt;Propicia discernimento através da Justiça da Pura; nesta etapa a dançarina deverá manter uma postura mental especial, porque o poder místico atribuído à espada, poderia "cortar" determinadas situações.&lt;br /&gt;Daqui para diante a dançarina já pode ensinar o que aprendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5°) Taça - Sabedoria&lt;br /&gt;Aqui ela exterioriza sua Deusa Interior, e faz de seu corpo um veículo sagrado e ofertado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6°) Castiçal - Luz&lt;br /&gt;Ao chegar aqui, ela se transforma numa ponte entre os mundos material e espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7°) Sete Véus&lt;br /&gt;Este número encerra um mistério muito grande, pois sete são as cores do arco-íris, os chakras, as notas musicais, os planetas principais...&lt;br /&gt;Para que a dançarina-sacerdotiza esteja apta a fazer esta dança terá de ter as sete virtudes: Amor, Disciplina, Compaixão, Tolerância, Humildade, Compromisso, e Nobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Dança Iniciática, faz com que a bailarina conheça o seu corpo e sua relação com o calendário Lunar, coincidindo cada ciclo da Lua, com as características de uma Deusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, desperta o sagrado nela, motivo pelo que se diz: "o corpo da bailarina se divide em três partes diferentes, mulher, espirito e serpente, não podendo ser tocado enquanto ela dança".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.magiabruxa.info/2008/05/dana-do-ventre.html"&gt;http://www.magiabruxa.info/2008/05/dana-do-ventre.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-2063591614824734976?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/2063591614824734976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-como-uma-forma-de-iniciacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/2063591614824734976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/2063591614824734976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-como-uma-forma-de-iniciacao.html' title='A dança como uma forma de iniciação'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-5362172174954159756</id><published>2009-04-17T04:09:00.000-07:00</published><updated>2009-04-17T17:14:52.661-07:00</updated><title type='text'>Dança com Espada</title><content type='html'>È uma dança muito apreciada, onde a bailarina apresenta habilidades ao equilibrar a espada em diferentes pontos do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Simbologia da Espada:&lt;/strong&gt; A espada é um símbolo militar e são de sua característica a virtude, a bravura, e o poder. Entretanto o poder tem um duplo sentido: o destruidor (embora essa destruição possa aplicar-se contra a injustiça, a maleficência e a ignorância) e o construtor, ( pois pode estabelecer e manter a paz e a justiça).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Símbolo guerreiro, a espada é também o símbolo da guerra santa, não a guerra religiosa ou econômica e sim uma guerra interior, contra nossos defeitos e nosso ego, pois sob seu duplo aspecto destruidor e criador, a espada é um símbolo do verbo, da palavra e da ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espada é a lei, o&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekYpyTA1AI/AAAAAAAAARU/LAMcRko9gI4/s1600-h/cimitarra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325815140497544194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekYpyTA1AI/AAAAAAAAARU/LAMcRko9gI4/s320/cimitarra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; símbolo que expressa a vontade divina, ela sintetiza todos os símbolos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A cruz:&lt;/strong&gt; é a vida manifestada nos quatro elementos, e a dualidade; união do polo feminino com o masculino, negativo e positivo, espirito e matéria;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A verga:&lt;/strong&gt; representa o impulso criativo;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A lâmina:&lt;/strong&gt; é a justiça na qual está a sabedoria do cálice, o equilíbrio da balança, a luz do candelabro, o amor universal da esfera, e a expressão do poder supremo, para lembrar que a vida foi feita pela vontade divina e flui de acordo com a justiça divina que só pode ser compreendida por aquele que entrou, com a sua compreensão e consciência na suprema lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planeta Saturno rege o símbolo da espada, e é o planeta mais distante ainda visível ao olho humano. Misticamente isto significa o ponto mais elevado, abstrato e distante que a nossa consciência pode alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chacra da sua influencia é o coronário, o mais elevado dos chacras, que domina o pensamento e é o canal que nos liga à mente superior, à consciência cósmica, ao mundo invisível do espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada ato, cada pensamento, cada sentimento deve ser como o símbolo da Espada, com retidão, intenção pura, transparência e livre de qualquer materialidade ou aspecto pessoal, pois ela é o próprio espírito que age sobre a matéria e a usa apenas como veículo da sua mensagem suprema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem da Dança:&lt;/strong&gt; Existem várias histórias que explicam a origem da Dança da Espada. Uma delas diz que a dança é uma homenagem à deusa guerreira Neit, mãe de Rá, que simbolizava a destruição dos inimigos e a abertura dos caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra conta que havia um tempo na história egípcia em que as dançarinas eram vendidas como escravas nas cortes ou como propriedades dos ricos. Elas costumavam dançar com as espadas de seus donos, mas não simulavam lutar nem disputar, mas delicadamente equilibravam a espada na cabeça dançando destemidas, expressando-se livremente em baixo da espada, e passando a mensagem; "Você controla minha vida, segure a espada sobre minha cabeça, mas você não controla meu espírito."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra origem, que remete ás guerras entre gregos e turcos. Os Otamanos levam mulheres para os campos de batalha e elas dançavam com as espadas dos soldados do exercito inimigo. Os homens ficavam extasiados, seduzidos e desarmados, assim o terreno estava preparado para ataques surpresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra diz que, na Antigüidade, as mulheres roubavam as espadas dos guardiões do rei para dançar, a fim de mostrar que a cimitarra (espada árabe) era muito mais útil artisticamente do que em lutas, que resultava em mortos e feridos. &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Dança:&lt;/strong&gt; É possível contrabalançar a espada na cabeça, no peito, na mão, no quadril, na barriga e na coxa. Algumas bailarinas ainda arriscam colocá-la no ombro e até mesmo no calcanhar. Para realizar um giro é bem interessante dar um pequeno toque na espada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o acessório estiver balançando muito, não é errado pará-lo delicadamente com o braço. Dançar com a espada exige, além de domínio, bastante equilíbrio. E para obter tais pré-requisitos, são necessários muito empenho e dedicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de equilibrar a espada, a bailarina também faz movimentos com a espada no ar e realiza outros movimentos característicos da dança do ventre como oitos, redondos, ondulações, shimis, entre outros. Movimentos de chão também podem ser feitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dançar com a espada permite equilíbrio e domínio interior das forças densas e agressivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta dança não requer ritmos ou trajes específicos, mas devem-se evitar os ritmos folclóricos. Geralmente é dançada em um ritmo mais lento, podendo a música apresentar algumas partes rápidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.hermanubis.com.br/artigos/BR/ARBRAEspadaRitualistica.htm"&gt;http://www.hermanubis.com.br/artigos/BR/ARBRAEspadaRitualistica.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://despertar.alkalay.net/2005/08/o-simbolo-da-espada.html"&gt;http://despertar.alkalay.net/2005/08/o-simbolo-da-espada.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-5362172174954159756?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/5362172174954159756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-com-espada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/5362172174954159756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/5362172174954159756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-com-espada.html' title='Dança com Espada'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekYpyTA1AI/AAAAAAAAARU/LAMcRko9gI4/s72-c/cimitarra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-3314993623980158376</id><published>2009-04-16T06:03:00.000-07:00</published><updated>2009-04-17T17:19:59.425-07:00</updated><title type='text'>Dança com Punhal</title><content type='html'>&lt;div&gt;A dança com punhal representa a morte, a transformação e o sexo. O desafio para a bailarina nesta dança não é a demonstração de técnica, mas sim a de sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekcjBqJlaI/AAAAAAAAARc/lm7JFunATgQ/s1600-h/punhal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325819422408545698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 105px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekcjBqJlaI/AAAAAAAAARc/lm7JFunATgQ/s320/punhal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Simbologia do Punhal:&lt;/strong&gt; O punhal representa o antigo e místico elemento ar, símbolo da força da vida, Para os ciganos o punhal é um simbolo que purifica as energias, e é usado na magia para traçar círculos, exorcizar o mal e as forças negativas, guardar e direcionar a energia durante os rituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem da Dança:&lt;/strong&gt; Quase nada se sabe sobre a origem da dança com punhal, uma hipótese é a de que a dança nasceu no Egito, e era uma reverência à deusa Selkis, a rainha dos escorpiões, que tomava justamente a forma de um desses animais e, apesar da periculosidade do escorpião, era uma divindade protetora e curadora que defendia contra a picada de animais peçonhentos, e protegia o trono real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra hipótese é a de que teria sido introduzida na dança pelos ciganos, as gawazees (tribo cigana) utilizavam o punhal como arma de defesa e na execução da dança, elas o usavam para transmitirem mensagens umas para as outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que essa dança também era praticada nos bordéis da Turquia, quando as européias eram escravizadas e levadas aos bordéis (1600-1700); época em que os Mouros raptavam as mulheres a mando do Sultão da Turquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra idéia é a de que era uma dança realizada para demonstrar status, realizada pela odalisca predileta do sultão para mostrar seu poder às outras mulheres do Harém, provando que ele tinha total confiança nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela foi vista pela primeira vez sendo executada pela bailarina norte-americana Jamila. Não é considerada folclórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Dança:&lt;/strong&gt; Geralmente a bailarina entra com o punhal escondido na roupa e no meio da dança o retira dançando com ele. Movimenta, manuseia e segura o punhal de diferentes maneiras durante a dança, realizando-se desenhos no ar, sempre tentando dar uma interpretação introspectiva de mistério, de luta, batalha e proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há um traje especifico, as cores utilizadas no figurino são preto, roxo, ou azul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O preto: &lt;/strong&gt;representa justiça, sabedoria e o retorno à terra. No Egito, é símbolo de fecundidade, fertilidade da terra e introspecção. Ele absorve e transmuta as energias negativas, transformando-as em positivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;O roxo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é energia transmutadora, que nos conecta aos planos espirituais. Essa é a cor da realeza e, em sua forma mais sublime, vibra com a força da integração e da unidade. Quando sua qualidade intrínseca estiver coligada pela energia psíquica com a visão e intuição, essa cor será o agente do próprio destino.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O azul:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; assinala a entrada nos domínios mais profundos do espírito e uma das suas qualidades mais sutis é a aspiração. Por sua quietude e confiança, promove a devoção e a fé. È uma cor popular associada ao dever, à beleza e à habilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se dança geralmente ao som de músicas muito animadas ou alegres, como solos de derbak ou músicas folclóricas. Usa-se músicas que tenham um certo ar de mistério para combinar com a mesma. Além disso, não há um ritmo definido para esta dança. Devido ao punhal ser um objeto que representa combate ou defesa, a dança pode acompanhar tal sentimento, ou seja, de alguém se defendendo, numa dança forte, carregada de sentimentos e bem expressiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Significado de alguns movimentos com o punhal:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Punhal com a ponta para fora da mão: a bailarina está livre.&lt;br /&gt;- Punhal com a ponta para dentro da mão: está escravizada, ou comprometida.&lt;br /&gt;- Punhal no peito: demonstração de amor&lt;br /&gt;- Punhal no meio dos seios com a ponta enfiada no decote: sexo, paixão&lt;br /&gt;- Punhal na testa com a ponta para baixo: magia&lt;br /&gt;- Punhal na horizontal da testa: assassino&lt;br /&gt;- Punhal nos dentes: desafio, destreza&lt;br /&gt;- Punhal com a ponta no quadril: força feminina&lt;br /&gt;- Equilibrar o punhal no ventre: destreza&lt;br /&gt;- Passar o punhal pelo corpo: sedução&lt;br /&gt;- Bater o punhal na bainha: chamado para o combate&lt;br /&gt;- Equilibrar o punhal sobre a testa: domínio&lt;br /&gt;- Desenhar círculos no ar com o punhal: limpeza energética astral&lt;br /&gt;- Passar a lâmina rente ao próprio pescoço: ameaça de morte.&lt;br /&gt;- Punhal entre as mãos, sinuoso: Homenagem a alguém da platéia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: &lt;a href="http://khandara.multiply.com/journal/item/4"&gt;http://khandara.multiply.com/journal/item/4&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.centraldancadoventre.com.br/content/view/71/28/"&gt;http://www.centraldancadoventre.com.br/content/view/71/28/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-3314993623980158376?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/3314993623980158376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-com-punhal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/3314993623980158376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/3314993623980158376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-com-punhal.html' title='Dança com Punhal'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekcjBqJlaI/AAAAAAAAARc/lm7JFunATgQ/s72-c/punhal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-8395648765263863681</id><published>2009-04-13T05:20:00.000-07:00</published><updated>2009-04-17T17:22:42.976-07:00</updated><title type='text'>Dança com Snujs</title><content type='html'>&lt;div&gt;Os snujs são pequenos címbalos de metal, que eram utilizados nos Festivais dos Deuses pelas sacerdotisas nos antigos templos, no Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Simbologia dos Snujs:&lt;/strong&gt; O snuj representa o elemento ar, diz-se que este instrumento de percussão, quando tocado, traz vibrações positivas e retira maus fluidos do ambiente (miasmas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem da Dança:&lt;/strong&gt; Os som dos Snujs servia para a invocação da Deusa Bastet, a deusa&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekdPoFVn0I/AAAAAAAAARk/2gmS8LB2sA0/s1600-h/snujsbranco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325820188637372226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 151px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekdPoFVn0I/AAAAAAAAARk/2gmS8LB2sA0/s320/snujsbranco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; gata protetora das mulheres que cuidavam de crianç&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SeM9LuHHTEI/AAAAAAAAAPc/RDY1C3E637Q/s1600-h/bastet.bmp"&gt;&lt;/a&gt;as pequenas, e das dançarinas. Seu culto principal dava-se na cidade de Bubast, onde um grande templo, com imagens e múmias de gato em seu louvor.Uma vez por ano, nos Festivais suas sacerdotisas entravam numa barca que descia o rio Nilo e tocavam seus snujs, cantavam, batiam palmas e queimavam incensos.&lt;br /&gt;Nas margens, o povo ribeirinho era conclamado a assistir e participar no Festival da Deusa, carregando tochas, enquanto as sacerdotisas chamavam para testemunhar das dádivas da Deusa da Fecundidade, da Dança, da Reprodução, da Música, das Artes,...&lt;br /&gt;Neste festival, na verdade, todas as Deusas protetoras das mulheres eram reverenciadas, sendo que Hator também era considerada divindade da música e da dança, tendo vários intrumentos musicais a representação desta deusa .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Marrocos, ao invés de dois pares de snujs para tocar o instrumento, utiliza-se um par numa mão e um só na outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Países como a Grécia, a Turquia e a Índia, apesar de não serem de origem árabe, também ostentam a cultura dos snujs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Dança:&lt;/strong&gt; Os snujs são instrumentos musicais, requerendo portanto, estudo, disciplina, bom ouvido e musicalidade para incorpora-los á dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São usados um par em cada mão. Um deles se prende ao dedo médio e o outro ao dedão por meio de um elástico. O elástico não deve estar muito solto para não cair, e nem muito apertado para não prender a circulação sanguínea.&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SeM8oL4s_BI/AAAAAAAAAPU/ZFSEqhlcCO8/s1600-h/snujs.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324165845565111314" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 206px; CURSOR: hand; HEIGHT: 147px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SeM8oL4s_BI/AAAAAAAAAPU/ZFSEqhlcCO8/s320/snujs.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O toque dos snujs deve ser sincronizado com os movimentos de braços, tronco e quadril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles podem ser tocados pelos músicos, ou então pela própria bailarina enquanto dança. Neste caso, requer grande habilidade da bailarina, que deve dançar e tocar ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um instrumento percussivo que pode acompanhar a música toda, apenas algumas partes e/ ou os breaks (paradas) da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente as músicas mais indicadas são as mais aceleradas, mais animadas, com ritmos ou floreados bem marcados, e não se exige um traje específico para tocá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é indicado tocar em taksins ou qualquer outro momento lento da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È preciso conhecer bastante a música e treinar bem os toques para que o som fique bom. Pois caso contrário, a música e a dança ficarão poluídas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem snujs prateados ou dourados, lisos ou com desenhos, pequenos, médios ou grandes. A escolha depende da preferência de cada um, bem como da habilidade, pois os snujs maiores requerem mais treino. O tamanho ideal para bailarinas são os de tamanho médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo os snujs podem escurecer ou ficar esverdeados e para voltar à sua cor original, pode-se usar alguns produtos que são vendidos em casas especializadas de instrumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São necessários alguns cuidados com o armazenamento para prolongar a qualidade do som e a aparência dos snujs. Por isso é importante não guardá-los úmidos e deixá-los envolto em algum tecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom som produzido pelo snuj acontece quando se toca um no outro e logo em seguida o som ainda continua reverberando no ar. Ou seja, quanto mais o som se estender no ar, melhor é a qualidade do snuj.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://anapaulazevedo.multiply.com/journal/item/7"&gt;http://anapaulazevedo.multiply.com/journal/item/7&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.merithathor.hpg.com.br/snujs.html"&gt;http://www.merithathor.hpg.com.br/snujs.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.centraldancadoventre.com.br/content/view/58/32/"&gt;http://www.centraldancadoventre.com.br/content/view/58/32/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-8395648765263863681?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/8395648765263863681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-com-snujs.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/8395648765263863681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/8395648765263863681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-com-snujs.html' title='Dança com Snujs'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekdPoFVn0I/AAAAAAAAARk/2gmS8LB2sA0/s72-c/snujsbranco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-8633474818143641741</id><published>2009-04-12T18:10:00.000-07:00</published><updated>2009-04-22T05:54:41.844-07:00</updated><title type='text'>Dança dos Sete Véus</title><content type='html'>Ao longo da execução da Dança dos Sete Véus, retiram-se sucessivamente, com graça e mistério, os sete véus, cujas cores se relacionam ao arco-íris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Simbologia dos Sete Véus:&lt;/strong&gt; Hijab: assim é a palavra “véu” em árabe, e significa “o que separa duas coisas”. O véu é a barreira que separa o conhecido do desconhecido, o mundo material do imaterial, não é apenas um enfeite, um acessório a mais, o véu mostra existir algo muito precioso que está escondido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retirada do véu sugere a revelação gradual da Luz, o véu "desvenda" a sabedoria e a verdadeira essência do universo. A retirada &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekegHol6mI/AAAAAAAAARs/x6ro3hNAWq4/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;/a&gt;e o cair do véu significa o "cair da venda", o abrir dos olhos, o auto-conhecimento que desperta a consciência e nos leva á ascensão espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número Sete simboliza a combinação do Três (Céu) com o Quatro (Terra): o 3, representado por um triângulo, é o Espírito; o 4, representado por um quadrado, é a Matéria. O Sete simboliza a totalidade dos mundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sete véus simbolizão as sete cores do arco-íris, os sete planetas conhecidos na época da civilização egipcia antiga (que estão representados na dança como possuidores de qualidades e defeitos que influenciam o temperamento das pessoas), as sete notas músicais, os sete dias da semana, e os sete chacras (pontos energéticos do corpo humano). Na Dança dos Sete Véus, cada véu corresponde a um grau de iniciação, rumo á ascensão espiritual:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A primeira iniciação: &lt;/strong&gt;Nesta iniciação a pessoa deverá trabalhar o domínio das tendências físicas inferiores básicas: purificação da alimentação, manutenção do corpo livre ao máximo de toxinas, transmutação da luxúria em amor, entre outras coisas. Neste estágio, a pessoa começa a tomar consciência de si mesma, como alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A segunda iniciação: &lt;/strong&gt;Esta iniciação desenvolve o controle da camada emocional. Os desejos egoístas são substituídos pelo desejo de servir a humanidade e entra-se num trabalho intenso com a natureza emocional e psicológica. Aqui, o indivíduo toma consciência de quem é realmente, de todos os aspectos do seu eu, aceita-os e trabalha os aspectos negativos. A meta da segunda iniciação é fundir as metas e desejos pessoais, com as metas do Todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A terceira iniciação: &lt;/strong&gt;Aqui o domínio do pensamento é o foco central. As formas de pensamento têm que se tornar claras e definidas, assim como os nossos propósitos ou desejos. Os pensamentos devem ser dirigidos para os planos superiores. O indivíduo precisa aprender a trabalhar com os bloqueios físicos, emocionais e mentais, não os negando, mas encontrando as suas raízes; e isso para muitas pessoas é a parte mais difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A quarta iniciação: &lt;/strong&gt;Existe um período de sacrifício e desapego profundos nesta iniciação, que também é chamada de "crucificação", e aqui a pessoa tem que trabalhar os medos, e as perdas. Neste estágio, a visão aumenta espantosamente e o interesse verdadeiro passa a ser elevar a humanidade, pois a essência da alma sabe que forma uma unidade com tudo o que existe. Aqui, o iniciado não é mais uma alma aprisionada, mas sim a própria alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A quinta iniciação: &lt;/strong&gt;É a revelação e ocorre no plano átmico. A vontade de servir, assume fundamental importância. A pessoa toma total consciência dos papéis desempenhados na evolução da Terra e do universo. Aqui a pessoa entra em pleno contacto com o seu poder pessoal, com o amor, e a luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A sexta iniciação: &lt;/strong&gt;Esta é a "iniciação da ascensão"; que se inicia agora e completa-se na 7.ª iniciação. Aqui a pessoa sente-se numa total unidade, vivenciando o amor incondicional divino e uma profunda paz. É necessário invocar e ser a Luz e o Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A sétima iniciação: &lt;/strong&gt;A partir daqui, não somos mais atraídos pelos mundos inferiores a não ser pela vontade de servir. Neste plano, a vontade espiritual se encontra plenamente ativada, entrando em pleno funcionamento ao lado do amor incondicional e da sabedoria. Neste estágio o amor incondicional, as motivações puras e o brilho da própria luz, reluzem na aura do iniciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem da Dança:&lt;/strong&gt; A Dança dos Sete Véus possui várias origens, a mais remota conta que inicialmente era dan&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SeKSx-iW7qI/AAAAAAAAAPM/LP8VjoVKe3w/s1600-h/ishtar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323979096803700386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 206px; CURSOR: hand; HEIGHT: 236px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SeKSx-iW7qI/AAAAAAAAAPM/LP8VjoVKe3w/s320/ishtar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;çada com 49 véus, passando mais tarde a ser realizada com apenas 7 véus, e era realizada em homenagem à Deusa Babilônica Ishtar ou Astarte, deusa do amor e da fertilidade. Segundo os babilônios, Tamuz, seu amado teria perdido a vida e foi levado para o reino dos mortos, e Ishtar, por amor, resolveu ir também para o reino dos mortos a fim de resgatá-lo. Determina&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SdyPKMQJTiI/AAAAAAAAAIw/08jPAAx6lxA/s1600-h/ishtar.bmp"&gt;&lt;/a&gt;da, Ishtar atravessou os 7 portais do mundo dos mortos, passando pelas 7 camêras que haviam dentro de cada portal e lutando com os 49 demônios guardiões dos portais, Ishtar derrotou e dominou todos os demônios, deixando cair um de seus pertences durante as lutas em cada portal: um véu ou uma jóia (cada um deles representando um de seus sete atributos: beleza, amor, saúde, fertilidade, poder, magia e o domínio sobre as estações do ano) Chegando assim, completamente nua ao final do último portal. O véu representaria o que ocultamos dos outros e de nós mesmos. Ao deixar os véus Ishtar revela sua verdadeira essência e consegue unir-se a Tamuz, se tornando senhora do mundo dos mortos, e guardiã das chaves dos portais, que eram abertos somente para os iniciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Egito, as sacerdotisas em seus templos, ofereciam a dança dos sete véus para a Deusa Isis, que dentro dela existe, e lhe dá beleza e força, representava um ritual de experiências sucessivas de auto-conhecimento até a ascensão espiritual, e era realizada em homenagem aos mortos. As sacerdotisas retiravam não só os véus, mas todos os adereços sobre o seu corpo, para simbolizar a sua entrada no mundo dos mortos sem apego a bens materiais. Os sete véus aludiam aos mistérios da deusa Isis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Grécia a dança dos sete véus era realizada nos cultos da deusa grega Afrodite, a deusa do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, a dança passou a ser realizada por bailarinas, que limitavam-se a retirar os véus, perdendo assim seu carater espiritual, e ganhando uma conotação erótica, que permaneceu por muitos anos, até a redescoberta de sua verdadeira origem e significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Dança:&lt;/strong&gt; a bailarina se envolve com os sete véus. Os véus podem ser das seguintes cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, lilás, branco. A vestimenta da dança do ventre , embaixo dos sete véus, deve ser preferencialmente branca ou de cor clara, suave. Durante a dança a bailarina realiza movimentos de meditação e de transe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retirada de cada um dos véus, presos ao corpo da dançarina, representa a dissolução dos aspectos mais nefastos e a exaltação das qualidades pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As melhores músicas para essa dança são as instrumentais, a música deve ter andamento lento e duração longa, aproximadamente 7 a 8 minutos, dedicando um minuto para cada véu. A bailarina deve assumir uma personagem: a sacerdotisa em busca da sua verdade. O despertar de sua consciência, de sua força e poder, dentro do mais perfeito equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Significado dos Véus, Posição, e Movimentos para Dança:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O véu vermelho - &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Marte - Chacra Básico;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; sua retirada significa a vitória do amor cósmico e da confiança sobre a agressividade e a paixão; Entra-se com o véu vermelho (medindo 3 metros), realiza-se movimentos fortes de véu e quadris, como batidas e shimies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;&lt;strong&gt;O véu laranja - &lt;span style="color:#000000;"&gt;Júpiter - Chacra Esplênico;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao sentimento de proteção e ajuda ao próximo; O véu é preso no quadril. Realiza-se movimentos de shimies, oitos, redondos; o véu acompanha com movimentos do quadril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff33;"&gt;&lt;strong&gt;O véu amarelo - &lt;span style="color:#000000;"&gt;Sol - Chacra Plexo Solar;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que elimina o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo confiança, esperança e alegria; O véu é amarrado no corpo cobrindo a barriga. Realiza-se movimentos de ondulações, oitos laterais, oitos com ondulações, redondo interno e redondo grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;O véu verde - &lt;span style="color:#000000;"&gt;Mercúrio - Chacra Cardíaco;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que mostra a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos; O véu é preso no busto ou em um dos braços. Realiza-se movimentos de busto e braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ccff;"&gt;&lt;strong&gt;O Véu azul-claro - &lt;span style="color:#000000;"&gt;Vênus - Chacra Laríngeo;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; a qual revela que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos; O véu é preso no pescoço ou no outro braço preso a um bracelete. Retira-se os véus verde e azul juntos com movimentos de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;véu lilás - &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Saturno - Chacra Frontal;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; mostra a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil; O véu cobre o rosto (chador). Realiza-se movimentos de expressão de olhos e cabeça. Tira-se o chador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;O véu branco - &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Lua - Chacra Coronário;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; ( a união de todas as cores ). A queda do último véu mostra a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior; O véu branco é preso na cabeça (como véu dos beduínos). Retira-se o véu, utilizando-o com movimentos de giros e de casulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.seteveus.com.br/escola.htm"&gt;http://www.seteveus.com.br/escola.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;http://www.anapaulazevedo.multiply.com/reviews/item/2&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-8633474818143641741?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/8633474818143641741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/hijab-assim-e-palavra-veu-em-arabe-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/8633474818143641741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/8633474818143641741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/hijab-assim-e-palavra-veu-em-arabe-e.html' title='Dança dos Sete Véus'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SeKSx-iW7qI/AAAAAAAAAPM/LP8VjoVKe3w/s72-c/ishtar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-2935781792787555782</id><published>2009-04-12T16:56:00.000-07:00</published><updated>2009-04-22T06:10:36.363-07:00</updated><title type='text'>Dança com Véu</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/SekhrkbaocI/AAAAAAAAAR8/qEdzz_7vDoM/s1600-h/DSCF5064.JPG"&gt;&lt;/a&gt;A dança com véu é uma dança bela, o véu traz uma atmosfera de magia, encanto e mistério a quem assiste.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Simbologia do Véu:&lt;/strong&gt; O véu representa o corpo espiritual da bailarina, sendo que a cor do mesmo traduz seu estado emocional, e o desempenho com ele, mostra a visão que ela tem de seu corpo e a sensação que o corpo físico lhe inspira. Na cultura árabe o véu também simboliza os ventos do deserto, e em muitas culturas também está relacionado a virgindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem da Dança:&lt;/strong&gt; A dança com véu é muito antiga e sagrada, na Suméria a dança era realizada em homenagem a deusa Ishtar, e tem sua origem na dança dos sete véus, que fazia referência a lenda da descida de Isthar ao mundo dos mortos para resgatar seu marido Tamus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Egito a dança com véus era realizada pelas sacerdotizas da deusa Isis, era praticada somente dentro dos templos, os véus aludiam aos mistérios de Isis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Índia a dança com véus está associada a deusa hindu e budista Maya, que simboliza o universo material, mãe da criação e da ilusão, era considerada o principio mundial feminino, no qual o mundo foi gerado. Seus atributos são; criatividade, inteligência, água e magia. Ela é representada erguendo os véus da forma terrena para revelar a verdadeira natureza do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Dança: &lt;/strong&gt;Atualmente o véu é o principal elemento de entrada da dançarina. Como um prolongamento dos braços, engrandece sua figura, chamando atenção para a sua chegada.&lt;br /&gt;A maioria dos movimentos atuais foi desenvolvida pelas bailarinas ocidentais, principalmente as americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus movimentos podem ser vibrantes ou suaves, tudo vai depender da música e do momento do show em que nos encontramos. A música árabe define bem esse momento e cabe a bailarina sintonizar-se com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas bailarinas fazem uso do véu aliado aos snujs, por exemplo, querendo assim demonstrar sua habilidade com os acessórios da dança. Não é muito comum nos países árabes. É mais usado nos países ocidentais como o Brasil e os Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há traje e nem ritmo específico para sua execução. Apenas recomenda-se evitar ritmos folclóricos e solos de derbak. A música pode ser mais lenta ou mais rápida. Pode-se dançar com um ou mais véus presos à roupa, sem que necessariamente se retire para dançar. Neste caso ele se torna um adereço e não um objeto com o qual se dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bailarina pode iniciar sua dança com um ou mais véus e depois jogá-los durante a dança. Esta dança exige equilíbrio pois pede deslocamentos e giros. Também requer habilidade da bailarina já que este objeto cênico se movimenta durante a dança, ao contrário do punhal por exemplo.Há um intenso trabalho de braços, portanto eles devem estar alongados para realizar movimentos amplos e belos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dicas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tamanho:&lt;/strong&gt; Em relação ao tamanho, fica a seu critério escolher, diante das circunstâncias a serem trabalhadas. Mas vale um conselho - o véu deve ter no mínimo uma distância a mais em relação ao comprimento dos braços ( abertos ) e uma distância igual ou maior na altura dos joelhos. A medida padrão do véu é de 2m x 1,20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como Limpar:&lt;/strong&gt; Com exceção da ceda pura, os demais tecidos podem e devem tomar banho de vez em quando. Lógicamente que não na máquina de lavar roupa.&lt;br /&gt;Encha metade do tanque ou um balde bem grande de água, coloque sabão líquido especifico para roupas delicadas e, após misturar bem o sabão e a água, mergulhe o véu.&lt;br /&gt;Normalmente, as manchas saem porque os tecidos utilizados costumam ser finos e de tramas largas. Depois é só enxaguar e colocar para secar a sombra, e ele ficara com aquele suave perfume de limpeza.&lt;br /&gt;Importante: este procedimento também podem ser usados em véus com bordas pastilhada ( com discos bordados ). Tome cuidado apenas para não amassar as pastilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como Guardar:&lt;/strong&gt; Dobre-o corretamente para não amarrotar , nem amassar as pastilhas ( quando houverem ). O ideal é que fiquem pendurados em cabides em quanto não estiverem sendo usados.&lt;br /&gt;Não é necessário nem aconselhavel utilizar ferro de passar roupas, pois os tecidos são delicados, que costumam queimar e, alguns materiais derretem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perfume:&lt;/strong&gt; Você pode utilizar em seus véus perfumes em spray, como colônias ou águas leves ( essências oleosas mancham ). Assim as pessoas sentem um agradável perfume quando você se movimenta. Borrife-o duas ou três vezes, a distância de alguns centímetros, nunca diretamente sobre o véu. Pronto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.centraldancadoventre.com.br/content/view/50/32/"&gt;http://www.centraldancadoventre.com.br/content/view/50/32/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://studioaimy.multiply.com/journal/item/8"&gt;http://studioaimy.multiply.com/journal/item/8&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anapaulazevedo.multiply.com/journal/item/4"&gt;http://anapaulazevedo.multiply.com/journal/item/4&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-2935781792787555782?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/2935781792787555782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-com-veu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/2935781792787555782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/2935781792787555782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-com-veu.html' title='Dança com Véu'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-3370601623911311954</id><published>2009-04-09T11:43:00.000-07:00</published><updated>2009-04-16T05:54:09.809-07:00</updated><title type='text'>A Dança do Ventre e as Danças Folclóricas Árabes</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Em algumas escolas, o ensino do folclore se une ao ensino da Dança do Ventre. As aulas se misturam, como se fossem a mesma dança. Mas não são, embora alguns passos sejam parecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Dança do Ventre&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é uma dança de origem primitiva utilizada no culto as divindades femininas, que recebeu este nome pelos movimentos predominantes do ventre, como ondulações, tremidos, e redondos. A Dança do Ventre também possui várias modalides, nas quais se usam objetos cênicos durante a performance, como véus, snujs, e espadas. A dança do Ventre permite liberdade e inovação maior de movimentos, cada País possui seu estilo próprio, a dança do ventre atual tem incorporada elementos de outras danças como o Ballet e o Jazz em seus movimentos. Dentre os estilos mais estudados estão os estilos das escolas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Egípcia:&lt;/strong&gt; manifestações sutis de quadril, domínio de tremidos, deslocamentos simplificados adaptados do Ballet Clássico, movimentos de braços e mãos simplificados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Norte-americana:&lt;/strong&gt; manifestações mais intensas de quadril, deslocamentos amplamente elaborados, movimentos do Jazz, utilização de véus em profusão, movimentos de mãos e braços mais bem explorados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Libanesa:&lt;/strong&gt; com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil a prática revela uma tendência de copiar os detalhes de cada cultura, para fins de estudo e aumento de repertório. O estilo brasileiro tem se revelado ousado, comunicativo, bem-humorado, rico e claro no repertório de movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Principais Modalidades da Dança do Ventre&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Véu&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Principal instrumento para entrada da bailarina no palco, causando um efeito mágico e grandioso. Existem vários tipos de véus: pequenos, grandes, leves, pesados, véus Wing, etc. Praticamente todos os movimentos modernos com véus foram desenvolvidos e difundidos pelo Ocidente, mais precisamente pelas Americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança dos Sete Véus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Simboliza a passagem pelos sete Chakras do corpo. Os Chakras são pontos de energia, cada um simbolizando algo, como sentimento, amor, sabedoria, etc. É dançado com música lenta. Os véus devem ser tirados um a um exigindo muita sensualidade. Há uma seqüência na retirada dos véus. O último véu a ser retirado deve ser o véu do rosto, preservando o mistério até o final da performance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Snujs&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É necessário muito treino, coordenação e estudo para seguir o ritmo da música, desenvolvendo assim, naturalmente a levesa e técnica da dança com os snujs. A princípio as pessoas utilizavam o snuj para seguir cada passo de uma bailarina, mas, com o tempo, o instrumento foi incorporado à dança. A intenção da dança com o snujs não é acompanhar o ritmo da música o tempo todo, mas, fazer alguns toques para demonstrar sua habilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Punhal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pouco se sabe sobre seu surgimento, mas há hipóteses de que tenha surgido na Turquia pelos ciganos. A bailarina movimenta, manuseia e segura o punhal de diferentes maneiras durante a dança, sempre tentando dar uma interpretação introspectiva, de mistério, de luta, batalha, proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Espada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os povos nômades faziam festas para descansar de um longo dia de caça. As mulheres se enfeitavam, dançavam e tomavam as espadas dos guerreiros, demonstrando equilíbrio e habilidade no manuseio desse instrumento.Nos dias atuais a Espada é muito utilizada em shows, por demonstrar destreza e equilíbrio na dança, além de seu efeito encantador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança dos Cinco Elementos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É uma dança de devoção. Os cinco elementos são a Água , a Terra, o Fogo, o Ar e o Éter. Cada um destes elementos tem movimentos específicos na dança que o simbolizam. De modo geral, o Ar é dançado com os movimentos de véus; a Água recebe ondulações de mãos, o movimento da sereia, o parto; a Terra vem com o movimento de representação do crescimento de uma árvore; o Fogo é representado por movimentos de serpente e ondulatórios de quadril, simbolizando a subida da kundaline, energia sexual; e o Éter tem seu simbolismo no camelo, escolhido por passar longos períodos sem água ou alimentação em condições adversas, como se sua força viesse de uma fonte de energia não material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Danças Fo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/Sd-vxQ3lb9I/AAAAAAAAAMs/E36ZOecbMSA/s1600-h/logotipo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;lclóricas árabes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; são danças típicas de diversas regiões do mundo árabe, nasceram no seio das manifestações sociais e culturais, e remetem a tradições, conhecimentos, ou crenças populares. Existem três tipos de danças dentro da categoria danças folclóricas árabes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Danças Folclóricas;&lt;/strong&gt; são danças típicas de determinada região, e são realizadas dentro de uma comunidade, são de conhecimento popular. Possuem ritmo, músicas, movimentos e trajes próprios, permitindo pouca ou nenhuma incorporação de elementos novos, para não descaracterizar a dança. Exemplos: Khaleege e Dabke.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Danças Folclóricas Rituais;&lt;/strong&gt; são danças de carater religioso e espiritual, fazem parte da ritualistica de determinada religião ou crença. Por isso, tambem permitem pouca ou nenhuma incorporação de elementos novos. Exemplos: Guedra e Zaar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Danças Folclóricas Teatrais;&lt;/strong&gt; não são danças típicas realizadas dentro de uma comunidade, trata-se de danças teatrais, que retratam situações do cotidiano antigo, como o ato de buscar água atravessando regiões desérticas. Por ser uma dança "inspirada no cotidiano antigo", permiti-se adicionar elementos novos a ela, desde que esses elementos remetam à cultura em que esta se "insere". Exemplos: Meleah Laff e Dança com jarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Principais Danças Folclóricas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Flores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dança festiva e comemorativa, na qual a bailarina dança com um cesto de flores ou de pétalas de flores. Dizem que esta dança surgiu na época em que as camponesas egípcias trabalhavam na colheita de flores durante a primavera, e para amenizar o trabalho, cantavam e dançavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Candelabro e Taças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dançado em comemorações como aniversários, nascimentos, batismos ou casamentos. Os Candelabros ajustam-se à cabeça da bailarina, geralmente com um véu embaixo e é dançado com música lenta. As Taças são seguradas pelas mãos que realizam movimentos lentos e alongados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Bastão ou Bengala (Saaidi)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Dança típica masculina, adaptada para mulheres, simbolizando uma luta, deve ser dançada mostrando força e habilidade. A parte curva da bengala fica sempre do lado oposto ao que seguramos.O traje típico para a Dança do Bastão é o vestido, geralmente com um lenço amarrado na cintura. Não se deve utilizar movimentos muito delicados e leves na dança com o bastão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Pandeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O daff é um pandeiro árabe, que tem o som um pouco diferente do nosso pandeiro. Por ser pequeno e fácil de lidar, pode ser usado pela bailarina, assim como os snujs, para acompanhar a música. Os ritmos mais rápidos são perfeitos para serem acompanhadas pelas batidas do pandeiro no corpo da bailarina. As danças com instrumentos são sempre muito alegres e festivas, foi incorporado a dança pelos ciganos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Jarro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É uma dança muito antiga que simboliza a busca da água no deserto, pelo povo nômade. Também realizada em nascimento de bebês, no Egito, no século passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Meleah Laff&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O nome significa lenço enrolado, e se originou no Egito, mais especificamente no subúrbio do Cairo e de Alexandria. A bailarina inicia a dança coberta/ enrolada no lenço preto e durante a apresentação ela o solta para dançar com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança com Solos de Derbak&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Derbak ou tablá: é um instrumento de percussão imprescindível, pois é ele que marca o ritmo do resto grupo musical. Dança com solo de derbak simboliza a técnica mais antiga e enraizada da bailarina, um momento de êxtase, como fortes batidas dos corações e o sangue circulando nas veias. Os solos de percussão antecedem as melodias e a dançarina expressa, através do quadril o que é mais belo e tecnicamente oriental e primitivo. Os movimentos de cabeça mãos, peito, tronco e cambrets, interpretam a emoção já os quadris e os ombros desenvolvem a dança.&lt;br /&gt;São utilizados todos os tipos de shimis, batidas de quadril, tremidos e a mescla de ondulações com tremidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Khaleege&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dança dos países do golfo pérsico. É caracterizada pelo uso de uma bata longa e fluida e por intenso uso dos cabelos. Caracteriza-se por uma atmosfera de união familiar, ou simplesmente fraterna entre as mulheres presentes. Dança-se com ritmos do golfo, principalmente o soudi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Dabke&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser originalmente masculina, hoje em dia pode ser vista sendo dançada por toda a família. Dançada em grupo, com as pessoas de mãos dadas formando uma roda ou uma meia-lua.Não há movimentos de braços e ou de quadril. A movimentação se restringe aos pés, que realizam uma variedade de batidas e passos no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Tahtib&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dança com dois bastões longos, tipicamente masculina. Originária da região do Egito chamada Said, ao norte do país. Dança que deu origem à versão feminina da dança da Bengala ou Bastão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Zaar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É uma dança de êxtase e exorcismo praticada no norte da África e no Sudão. Não aceita pelo Islamismo. Ao som de percussão forte a bailarina dança e gira, o ritmo é chamado Ayubi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Hagallah &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A palavra Hagallah vem do árabe hag'l que significa pular, saltar. Hagallah é dançada em procissões de casamento, nesta celebração familiares e amigos acompanham os noivos com cantos e palmas, a dançarina vai a frente com passos curtos e shimmies, podendo estar total ou parcialmente coberta de véus, levando nas mãos um véu ou um bastão(o bastão não é manuseado). A música é improvisada pelas pessoas presentes (voz e palmas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Guedra &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dança ritual típica dos nômades do Deserto do Saara, aparecendo também na Mauritânia, Marrocos e Egito. Também é conhecida como a Dança da Benção dos Touaregs. É uma dança de transe, de origem religiosa, que tem por finalidade trazer satisfação e alegria plena àqueles que a praticam e/ou a assistem. Sua base é simples, onde a bailarina executa movimentos com as mãos, para as quatro direções (Norte, Sul, Leste e Oeste), para quatro elementos (céu - acima, terra - abaixo, ar - para trás e ággua - para baixo) ou simbolizando o tempo (passado - para trás, presente - para o lado e futuro - para frente). Outro movimento básico seria a benção oriental, onde toca-se o estômago, o coração e a cabeça, emanando a energia da dança ao público. Para recuperar a energia dispensada, a dançarina toca-se na direção do ombro, trazendo a vibração da platéia para si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Beledi ou Baladi&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É uma dança egípcia do campo, da região rural, e também a música. Quando "vai para o palco" é chamada de Beledi Urbana, com roupas com mais brilho. O traje usual é um Caftan (espécie de túnica) ajustado, com fendas nas laterais, também chamado de vestido beledi. Um lenço de cabeça triangular também é comumente usado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Núbia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Núbia é uma região ao sul do Egito que foi inundada pela grande barragem de Assuã. No entanto o povo Núbio, agora vivendo em Assuã, mantem bem viva as tradições culturais especialmente quando a música e dança. Elas tem seu próprio ritmo e geralmente são dançadas e cantadas por homens vestindo suas galabeas( grandes túnicas brancas ou azuis que cobrem até os pés).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Sufi&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apresenta seus dervixes (homens com roupas de saia rodada, muito coloridas), que giram, giram, giram durante quarenta minutos seguidos, fazendo evoluções impressionantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Ghawazee&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ghawazee, para os egípcios, significa ciganas. Assim eram chamadas as dançarinas de Dança do Ventre, no Egito Antigo, que se apresentavam nas ruas, também recebendo o nome de As Dançarinas do Povo. As ghawazee realizam esta dança de uma maneira toda especial, com trajes bem folclóricos, pintura tribal nos rostos, turbantes e lenços amarrados à cabeça, e músicas tradicionais, com poucos e típicos instrumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Andaluz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Originada pelos mouros islâmicos de Kadiz,Andaluzia(Espanha),este estilo também chamado de Malouf é caracterizado por passos ligeiros e graciosidade arabesca que desenham a melodia.O véu é usado para marcar a sinuosidade dos movimentos,é dançado ao som de música clássica Nouba e encontramos alguns elementos de Ballet clássico neste estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Laçin&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dança Turca, entitulada a Dança do Amor. Dançada em roda e com passos simples, ideal para grandes grupos femininos de todas as idades, com ou sem experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Fella / Felllabra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No estilo Saaidi ou estilo do alto Egito para uma canção de Metkal Renaqwi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Marroquina da Bandeja de Chá&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apresentada tanto por homens quanto por mulheres, mostra a destreza e a habilidade de equilibrar uma bandeja de chá sobre a cabeça e dançar ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Saudita Feminina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O propósito dessa dança para mulheres é mostrar seus gloriosos cabelos, graciosos passos deslizantes e vestidos ricamente bordados, usados somente para esta dança que usualmente é apresentada em casamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dança Bagala&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Originada na Líbia esta dança foi encontrada no Egito, principalmente em Mersa Matruh. Quando é apresentada em sua forma autêntica, uma mulher cuja roupa cobre-lhe completamente o corpo, dança em frente a uma linha de homens que cantam e batem palmas (chamados Keffafeen). &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Dança Choufou El Arbiyya&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dança típica Tunisiana, realizada apenas por mulheres. Nessa dança, elas mostram, com agilidade, suas habilidades de dançarina com batidas pélvicas e de quadris, enquanto mostram seus tornozelos ao público, para demonstrar que não usam o Khul-khaal (espécie de pulseira) e que, assim sendo, não são casadas. Seria quase que uma dança de sedução, de moças solteiras em busca de um namorado. Durante o desenvolver desta, elas fazem mímicas como se estivessem se maquilhando, ajeitando o vestido, ajudando umas às outras &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;È importante que a bailarina conheça e saiba diferenciar a dança do ventre de danças folclóricas, para não realizar movimentos em músicas inadequadas, como por exemplo; movimentos de dança do ventre em uma música folclórica como o Khaleege, que exige outros tipos de movimentos próprios de seu ritmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.kashmir.com.br/dancadoventre.htm"&gt;http://www.kashmir.com.br/dancadoventre.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.centraldancadoventre.com.br/content/view/158/64/"&gt;http://www.centraldancadoventre.com.br/content/view/158/64/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://zahraline.multiply.com/journal/item/8"&gt;http://zahraline.multiply.com/journal/item/8&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tendaarabebymary.spaces.live.com/blog/cns!BF2D9BEA6A88625E!207.entry"&gt;http://tendaarabebymary.spaces.live.com/blog/cns!BF2D9BEA6A88625E!207.entry&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-3370601623911311954?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/3370601623911311954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-do-ventre-e-as-dancas-folcloricas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/3370601623911311954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/3370601623911311954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/danca-do-ventre-e-as-dancas-folcloricas.html' title='A Dança do Ventre e as Danças Folclóricas Árabes'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8712176108670566489.post-7337310705373054501</id><published>2009-04-09T08:44:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T13:16:24.823-07:00</updated><title type='text'>A história da Dança do Ventre</title><content type='html'>As origens da dança do ventre se perdem no tempo. Alguns historiadores apontam entre 7.000 e 5.000 antes de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As manifestações primitivas da Dança do Ventre, cujos movimentos eram bem diferentes dos atualmente executados, tiveram passagem pelo Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, tendo como objetivo através ritos religiosos, o preparo de mulheres para se tornarem mães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Dança do Ventre Recebeu em cada região nomes diferentes:&lt;br /&gt;- Raqs El Sharq ou Raqs Sharqy, no Egito, (significa "Dança do Oriente" ou "Dança do Leste"),&lt;br /&gt;- Chiftitelli, na Grécia (este também é o nome de um ritmo comum na Turquia),&lt;br /&gt;- Rakkase, na Turquia,&lt;br /&gt;- Dance du Ventre, na França,&lt;br /&gt;- Belly Dance, ou Dança do Ventre, seu nome no mundo ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mais antigas noções de criação se originavam da idéia básica do nascimento, que consistia na teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. Acreditava-se que a partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este sangue, surgissem os "frutos", a própria maternidade. Essa é uma das razões pelas quais as danças das mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Egito a dança era realizada por sacerdotisas treinadas desde meninas para servirem como canal da deusa Isis nos rituais religiosos. A dança do ventre era realizada somente em templos, mas com o passar do tempo começou a fazer parte de grandes solenidades públicas nos palácios, o que fez com &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/Sd47Zd7Z2JI/AAAAAAAAAMc/zb9pIm_sOFg/s1600-h/dan%C3%A7a+egipcia.bmp"&gt;&lt;/a&gt;que ela se popularizasse.&lt;br /&gt;As sacerdotisas apareciam envoltas por véus com os seios nus, símbolos de fertilidade. Seus quadris largos evocavam a imagem de boas parideiras. Seus passos e gestos eram inspirados nos astros, como o Sol, a Lua e as estrelas, bem como na chegada da primavera, na flor de lótus, nas estações de plantio e de colheita, nos quatro elementos, e no movimento dos animais.&lt;br /&gt;Os rituais eram iniciados com as sacerdotisas dançando e cantando para que a Deusa se manifestasse, depois eram feitas oferendas de flores de lótus, incensos, essências, água e frutas.&lt;br /&gt;Os animais sagrados, como a vaca, simbolizada pela deusa Hathor, eram modelos para a mulher egípcia, estimulando os dotes sensuais, artísticos e espirituais. Osíris, também venerado com atributos de animais, principalmente o touro, simbolizava a divindade, o mediador entre vivos e mortos. Ísis também foi cultuada com a cabeça de uma vaca. E era nessa forma que Hathor ara cultuada como a deusa do amor, das artes e da espiritualidade.&lt;br /&gt;Se hoje pode parecer estranho deuses configurados em animais, há seis mil anos A.C. estas representações simbólicas serviam para ensinar parte dos mistérios e mitos de Ísis e Osíris ao povo egípcio. Sem a presença das sacerdotisas, as cerimônias não poderiam acontecer. A dança era ensinada de geração a geração até a queda do Império egípcio, quando o povo egípcio passou a sofrer influência de outros povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesopotâmia a dança se destaca na Babilonia e na Suméria, as sacerdotisas tinham sangue real e eram consideradas esposas humanas dos deuses, moravam nos templos depois do seu casamento ou iniciação. Algumas dessas sacerdotisas dedicavam-se ao culto da deusa Inana ou Ishtar. No princípio desta civilização, Ishtar era a deusa da fertilidade, um dos aspectos da mãe divina, representando também o poder criativo do ser humano. Em homenagem a ela, as dançarinas dos templos executavam suas danças sagradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior evidência da dança na Grécia , Turquia e Itália é também de caráter ritual, incluindo principalmente ritos cíclicos , que representavam uma passagem de um estado à outro na vida dos participantes. Casamento, menarca (primeira menstruação), parto e morte eram sem dúvida as ocasiões preferidas para dançar, já que é destes eventos que temos registros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foi em 1300 depois de Cristo com a invasão Árabe ao Egito, que esta dança se mesclou e ganhou o caráter festivo de hoje, perdendo parte de seu jeito sagrado e ritualístico e ganhando a conotação alegre e espontânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As freqüentes invasões ao Egito terminaram por difundir a dança do ventre entre vários povos, principalmente entre o povos árabes.&lt;br /&gt;Tendo sido influenciada por diversos grupos étnicos do Oriente, absorveu os regionalismos locais, que lhe atribuíam interpretações com significados regionais. Surgiam desta forma, elementos etnográficos bastante característicos, como nomes diferenciados, geralmente associados à região geográfica em que se encontrava; trajes e acessórios adaptados; regras sobre celebrações e casamentos; elementos musicais criados especialmente para a nova forma; movimentos básicos que modificaram a postura corporal e variações da dança. Nasce então, a Dança Folclórica Árabe.&lt;br /&gt;Foram os árabes, como viajantes, os maiores divulgadores da Dança do Ventre no Ocidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança começou a adquirir o formato atual, a partir de maio de 1798, com a invasão de &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Um0xF5S__JQ/Sd47w-IWp1I/AAAAAAAAAMk/dSejHHCg-9c/s1600-h/gawasse.bmp"&gt;&lt;/a&gt;Napoleão Bonaparte ao Egito, quando recebeu o nome de "Danse du Ventre" pelos orientalistas que acompanhavam Napoleão. Haviam neste contesto as &lt;strong&gt;Ghawazees&lt;/strong&gt;, mulheres exóticas de origem cigana indiana descendentes dos Sinti, que dançavam ao ar livre (para o povo), e as &lt;strong&gt;Awalins&lt;/strong&gt; , poetizas, instrumentistas, compositoras e cantoras, dançarinas que se apresentavam nos palácios em festas e ocasiões solenes (para a elite) e eram consideradas cultas demais para a época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, durante a ocupação francesa no Cairo, muitas dançarinas fogem para o Ocidente, pois o Islamismo, o Cristianismo e conquistadores como Napoleão Bonaparte proibiram a expressão artística da dança por ser considerada provocante e impura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A roupa que usamos atualmente na dança do ventre, com paêtes e lantejoulas, foi inspirada nas roupas usadas pelas dançarinas locais dos cabarets de Paris, onde as Ghawazze se apresentaram durante sua passagem pela França, e incorporaram ao seu figurino elementos do modo de se vestir das dançarinas parisienses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1866, a proibição é suspensa e as Ghawazees retornam ao Cairo, pagando taxas ao governo pelas performances.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da ocupação britânica em 1882, clubes noturnos com teatros, restaurantes e music halls, já ofereciam os mais diversos tipos de entretenimento.&lt;br /&gt;Porém a dança oriental só ficou conhecida, e de maneira desastrosa, em 1893 na famosa Feira Mundial de Chicago, nos Estados Unidos, quando foram trazidas dançarinas do Extremo Oriente para se apresentarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cinema egípcio começa a ser rodado em 1920, e usa o cenário dos night clubs, com cenas da música e da dança regional. Hollywood passa a exercer grande influência na fantasia ocidental sobre o Oriente, modificando os costumes das dançarinas árabes. Surgem bailarinas consagradas, nomes como Nadia Gamal e Taheya Karioca, entre muitos outros ainda hoje estudados pelas praticantes da Dança Oriental. Criam-se bailarinas para serem estrelas, com estudos sobre dança, ritmos árabes e teatralidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos anos, a dança sofreu modificações diversas, inclusive com a inclusão dos movimentos do ballet clássico russo em 1930.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil a dança foi difundida pela mestra síria Shahrazad e mestra Saamira Samia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 1979, Shahrazad inicia, no Brasil, um trabalho único no mundo. Este trabalho consiste em desenvolver através da Dança do Leste, mais conhecida como a Dança do Ventre, uma pesquisa sobre todos os movimentos mais intensos e possíveis de serem executados pelo corpo de uma mulher.O objetivo desta pesquisa é o auto-conhecimento do corpo feminino, visando exaltar o privilégio de ser mulher e sua dádiva de procriar. Busca e resgata a própria essência da mulher, o que torna sagrado o dom e o desejo de dançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensagem de Shahrazad:"Meu trabalho não tem a pretensão de criar novas coreografias, pois a Dança do Leste existe há séculos, no mundo árabe. Tudo já foi dançado. Meu trabalho é outro: o desenvolvimento do corpo feminino. É um trabalho corporal, no qual cada gesto envolve um profundo respeito pela essência humana. Cada movimento é sagrado, e não estou falando no sentido religioso; somos sagrados por sermos filhos do planeta Terra, do Criador. Pertencemos ao Universo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher, que é a intérprete desta arte milenar, deve transmiti-la com amor e respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a_do_ventre"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a_do_ventre&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.deborahdancadoventre.com/danca1.htm"&gt;http://www.deborahdancadoventre.com/danca1.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.talis.art.br/dancadoventre.htm"&gt;http://www.talis.art.br/dancadoventre.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8712176108670566489-7337310705373054501?l=templodadanca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://templodadanca.blogspot.com/feeds/7337310705373054501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/historia-da-danca-do-ventre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/7337310705373054501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8712176108670566489/posts/default/7337310705373054501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://templodadanca.blogspot.com/2009/04/historia-da-danca-do-ventre.html' title='A história da Dança do Ventre'/><author><name>Laura Silvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11732871809255171514</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-TOd0VQlsbMI/TyNmIfo7oQI/AAAAAAAADp8/bZ2GlQtEobU/s220/pena.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
